TSE alerta que volume de desinformação cresceu no segundo turno das eleições

Representantes do Google, Kwai, Linkedin, Meta/Whatsapp, Tik Tok, Twitch, Twitter e Telegram encontraram-se nesta quarta-feira (19 out/22) com o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, para fazer um balanço da atuação das empresas e da corte no combate às fake news durante as eleições.

Atualizado em 19/10/2022 às 13:10, por Redação Portal IMPRENSA.


Em nota, o TSE informou que Moraes pediu aos representantes das empresas reforço na vigilância dos conteúdos desinformativos, agradeceu pelo trabalho feito até agora, mas ressalvou que o volume de notícias falsas circulando nas redes cresceu no segundo turno. Ainda segundo o ministro, no primeiro turno o controle às fake news foi melhor do que o esperado. Crédito:Reprodução Instituto Palavra Aberta A reunião também teve como pauta medidas para aumentar a rapidez de retirada de conteúdos falsos das redes e parcerias com as plataformas para divulgação de conteúdos verificados sobre as eleições.
Desde o início das eleições, o TSE já mandou retirar dezenas de publicações com informações falsas da internet. Ademais, a corte vetou o lançamento de um documentário da produtora Brasil Paralelo, desmonetizou páginas bolsonaristas até o segundo turno e intimou Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), que atua na campanha do presidente.
Em contrapartida, a campanha de Bolsonaro pediu que o TSE derrube os perfis do deputado federal André Janones (Avante-MG), articulador da campanha de Lula nas redes sociais.