Tribunal dos EUA proíbe acesso do NYT às escutas de rede de prostituição
Tribunal dos EUA proíbe acesso do NYT às escutas de rede de prostituição
Tribunal dos EUA proíbe acesso do NYT às escutas de rede de prostituição
O jornal norte-americano The New York Times não pode acessar os requerimentos confidenciais para os grampos da investigação sobre a rede de prostituição em que participou o ex-governador de Nova York Eliot Spitzer, de acordo com um tribunal de recursos dos EUA.
| Divulgação/NGA | |
| Eliot Spitzer |
A decisão anterior - concedida em primeira instância e que dava ao jornal acesso sobre as escutas da rede "Clube do Imperador" - foi revogada por um painel de juízes da Corte de Apelações dos EUA.
"Decidimos que o Times não apresentou uma 'boa causa' para tirar o lacre dos requerimentos, ordens e documentos relacionados à escuta telefônica", concluiu a decisão, citando a Lei para o Controle de Crimes e Manutenção da Segurança nas Ruas, de 1968.
De acordo com informações da agência de notícias Reuters, o tribunal ainda rejeitou o argumento por parte do jornal que acionou os preceitos da Primeira Emenda da Constituição dos EUA que, entre outras determinações, proíbe que o Estado limite a liberdade de imprensa e expressão.
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