Tribunal dos EUA proíbe acesso do NYT às escutas de rede de prostituição

Tribunal dos EUA proíbe acesso do NYT às escutas de rede de prostituição

Atualizado em 07/08/2009 às 16:08, por Redação Portal IMPRENSA.

Tribunal dos EUA proíbe acesso do NYT às escutas de rede de prostituição

O jornal norte-americano The New York Times não pode acessar os requerimentos confidenciais para os grampos da investigação sobre a rede de prostituição em que participou o ex-governador de Nova York Eliot Spitzer, de acordo com um tribunal de recursos dos EUA.

Divulgação/NGA
Eliot Spitzer

A decisão anterior - concedida em primeira instância e que dava ao jornal acesso sobre as escutas da rede "Clube do Imperador" - foi revogada por um painel de juízes da Corte de Apelações dos EUA.

"Decidimos que o Times não apresentou uma 'boa causa' para tirar o lacre dos requerimentos, ordens e documentos relacionados à escuta telefônica", concluiu a decisão, citando a Lei para o Controle de Crimes e Manutenção da Segurança nas Ruas, de 1968.

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, o tribunal ainda rejeitou o argumento por parte do jornal que acionou os preceitos da Primeira Emenda da Constituição dos EUA que, entre outras determinações, proíbe que o Estado limite a liberdade de imprensa e expressão.

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