Tribunal de Justiça de MG marca data da primeira audiência do caso Rodrigo Neto
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) estabeleceu a data da primeira audiência judicial do caso Rodrigo Neto, jornalista assassinadoa tiros na madrugada do dia 8 de março de 2013, no bairro Canaã, em Ipatinga (MG).
De acordo com o G1, o investigador Lúcio Lírio Leal, foi indicado nas investigações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) como informante, enquanto o falso policial civil Alessandro Neves Augusto, conhecido como Pitote, teria sido o executor de Neto. Ambos estão presos desde junho deste ano. Lúcio está na Casa do Policial Civil, em Belo Horizonte, e Pitote na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.
O caso
Rodrigo Neto foi morto a tiros quando saía de um restaurante em Ipatinga, no Vale Aço. As investigações da Polícia Civil indicaram Pitote e o investigador Lúcio Lírio Leal como autores das execuções de Neto e também do fotógrafo Walgney Carvalho, morto por saber detalhes da morte do jornalista.
A Polícia Civil concluiu o inquérito e pediu à Justiça no dia 13 de agosto a conversão da prisão provisória de Pitote e de Lúcio em prisão preventiva. O DHPP trabalha em uma investigação para tentar descobrir a motivação do crime, seu mandante e se havia alguém pilotando o veículo usado no crime.
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