Três funcionários de TV do Hezbollah são mortos na Síria
Jornalista, técnico e cinegrafista cobriam a recuperação da cidade de Malula pelo exército sírio.
Atualizado em 15/04/2014 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Três funcionários do Al-Manar, canal de televisão pertencente ao grupo xiita libanês Hezbollah, morreram na última segunda-feira (14/4) na cidade de Malula, na Síria, que teve o controle retomado pelo exército sírio, informou a emissora.
Crédito:Reprodução Profissionais foram atingidos por franco-atiradores sírios
O jornalista e correspondente Hamza el Hajj Hassan, o técnico Halim Alau e o cinegrafista Mohammed Mantash, todos libaneses, morreram pelos disparos de terroristas extremistas chamados de takfiries, nos arredores da cidade de Malula, na região de Al Qalamoun, enquanto cobriam a recuperação da cidade pelo exército sírio.
No comunicado, a Al-Manar acrescentou que diversos companheiros ficaram feridos no ataque, mas não detalhou se eles também são da emissora ou de outros meios de comunicação. Segundo o canal, os profissionais portavam identificação da imprensa.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), ONG baseada em Londres que documenta as violações no conflito sírio, anunciou em comunicado que "franco-atiradores das brigadas islamitas dispararam contra a equipe. A ONG Repórteres Sem Fronteiras calcula que em torno de 130 jornalistas morreram desde o começo do conflito na Síria, em março de 2011.
Crédito:Reprodução Profissionais foram atingidos por franco-atiradores sírios
O jornalista e correspondente Hamza el Hajj Hassan, o técnico Halim Alau e o cinegrafista Mohammed Mantash, todos libaneses, morreram pelos disparos de terroristas extremistas chamados de takfiries, nos arredores da cidade de Malula, na região de Al Qalamoun, enquanto cobriam a recuperação da cidade pelo exército sírio.
No comunicado, a Al-Manar acrescentou que diversos companheiros ficaram feridos no ataque, mas não detalhou se eles também são da emissora ou de outros meios de comunicação. Segundo o canal, os profissionais portavam identificação da imprensa.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), ONG baseada em Londres que documenta as violações no conflito sírio, anunciou em comunicado que "franco-atiradores das brigadas islamitas dispararam contra a equipe. A ONG Repórteres Sem Fronteiras calcula que em torno de 130 jornalistas morreram desde o começo do conflito na Síria, em março de 2011.





