TJ-RJ nega habeas corpus aos acusados de matar cinegrafista da Band
Fábio Raposo Barbosa e Caio Silva de Souza estão presos no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do RJ.
Atualizado em 11/04/2014 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) negou, na última quinta-feira (10/4), o habeas corpus de Fábio Raposo Barbosa e Caio Silva de Souza, acusados de disparar o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade, da Band, durante um protesto no centro da capital.
Crédito:Divulgação Advogado dos acusados vai recorrer ao STJ
De acordo com O Estado de S. Paulo , a defesa solicitava que os dois ficassem em liberdade até o julgamento do mérito. Um dos advogados, Jonas Tadeu Nunes, informou que vai recorrer ao STJ na próxima segunda-feira (14/4). Ele disse que usará como argumento o voto vencido do desembargador Gilmar Teixeira, que optou pela "concessão parcial" do pedido.
A defesa diz que os jovens passam por "constrangimento ilegal", uma vez que não há fundamentação para as prisões preventivas e pede que elas sejam alteradas para medidas cautelares alternativas. Fábio e Caio são acusados de homicídio triplamente qualificado e crime de explosão.
A prisão preventiva de ambos foi decretada em 20 de fevereiro. Eles estão presos no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do RJ. O TJ-RJ informou que a primeira audiência do caso está marcada para o próximo dia 25 de abril, na 3ª Vara Criminal.
Crédito:Divulgação Advogado dos acusados vai recorrer ao STJ
De acordo com O Estado de S. Paulo , a defesa solicitava que os dois ficassem em liberdade até o julgamento do mérito. Um dos advogados, Jonas Tadeu Nunes, informou que vai recorrer ao STJ na próxima segunda-feira (14/4). Ele disse que usará como argumento o voto vencido do desembargador Gilmar Teixeira, que optou pela "concessão parcial" do pedido.
A defesa diz que os jovens passam por "constrangimento ilegal", uma vez que não há fundamentação para as prisões preventivas e pede que elas sejam alteradas para medidas cautelares alternativas. Fábio e Caio são acusados de homicídio triplamente qualificado e crime de explosão.
A prisão preventiva de ambos foi decretada em 20 de fevereiro. Eles estão presos no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do RJ. O TJ-RJ informou que a primeira audiência do caso está marcada para o próximo dia 25 de abril, na 3ª Vara Criminal.





