The Washington Post lança guia para verificação de vídeos manipulados
The Washington Post anunciou esta semana o lançamento do "The Fact Checker’s Guide to Manipulated Video”
Atualizado em 27/06/2019 às 11:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
The Washington Post anunciou esta semana o lançamento do , que traz uma linguagem universal para identificar e rotular diferentes formas de manipulação de vídeos online.
Crédito:Reprodução / The Washington Post
Glenn Kessler, editor e redator-chefe da editoria de verificação de fatos do jornal norte-americano, comenta que com o aumento da divulgação de vídeos falsos e enganosos, vistos por milhões de internautas, “queremos que esse sistema de rotulagem de vídeos se torne o padrão para os jornalistas ajudarem as pessoas a serem mais informadas enquanto navegam no cenário da informação".
O manual está dividido em três categorias: Missing Context, que indica se um vídeo apresenta erros de digitação no contexto em que os eventos ocorreram; Deceptive Editing, referente a vídeos que tiveram o conteúdo editado ou reorganizado; e Malicious Transformation, que descreve quando parte ou todo o vídeo foi manipulado.
Conforme destaca , o debate sobre a interferência dos vídeos falsos na política norte-americana cresceu após a divulgação nas redes sociais de um vídeo que foi alterado para que a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, aparentasse estar embriagada.
E essa discussão foi ampliada com a decisão do Facebook de manter o vídeo no ar. Mesmo ciente da adulteração do conteúdo, a plataforma decidiu não removê-lo e optou por reduzir seu alcance e exibir a seu lado informações de um grupo de verificação de dados.
A manipulação de imagem de vídeo é conhecida como deepfake e está se tornando uma forma de manipular a opinião pública. Vem crescendo o uso de recursos como inteligência artificial e machine learning para recriar rostos, sons e movimentos falsos e aplicá-los a pessoas reais.
Crédito:Reprodução / The Washington Post
Glenn Kessler, editor e redator-chefe da editoria de verificação de fatos do jornal norte-americano, comenta que com o aumento da divulgação de vídeos falsos e enganosos, vistos por milhões de internautas, “queremos que esse sistema de rotulagem de vídeos se torne o padrão para os jornalistas ajudarem as pessoas a serem mais informadas enquanto navegam no cenário da informação".
O manual está dividido em três categorias: Missing Context, que indica se um vídeo apresenta erros de digitação no contexto em que os eventos ocorreram; Deceptive Editing, referente a vídeos que tiveram o conteúdo editado ou reorganizado; e Malicious Transformation, que descreve quando parte ou todo o vídeo foi manipulado.
Conforme destaca , o debate sobre a interferência dos vídeos falsos na política norte-americana cresceu após a divulgação nas redes sociais de um vídeo que foi alterado para que a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, aparentasse estar embriagada.
E essa discussão foi ampliada com a decisão do Facebook de manter o vídeo no ar. Mesmo ciente da adulteração do conteúdo, a plataforma decidiu não removê-lo e optou por reduzir seu alcance e exibir a seu lado informações de um grupo de verificação de dados.
A manipulação de imagem de vídeo é conhecida como deepfake e está se tornando uma forma de manipular a opinião pública. Vem crescendo o uso de recursos como inteligência artificial e machine learning para recriar rostos, sons e movimentos falsos e aplicá-los a pessoas reais.





