"The Economist" compara prisões brasileiras aos cárceres da Idade Média
Em reportagem divulgada na última quinta-feira (17/1), referente à edição desta semana, a revista britânica The Economist compara
Atualizado em 17/01/2014 às 11:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em reportagem divulgada na última quinta-feira (17/1), referente à edição desta semana, a revista britânica The Economist compara as prisões brasileiras às da Idade Média. A ocorre após a crise do sistema penitenciário no Maranhão, que é qualificado como "infernal, superpopuloso, violento e brutal".
Crédito:Reprodução Revista britânica alerta sobre despreparo de prisões no Brasil
Segundo a Agência O Globo, a revista ressalta que com mais presidiários entrando do que saindo a cada ano, o Brasil fica distante de uma solução, enquanto investimentos no setor não ocorrem no tempo necessário.
Além disso, a publicação descreve as imagens que mostram presos decapitados no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão (MA), e diz que o vídeo "fez muitos brasileiros acordarem para a situação infernal nas prisões do país".
De acordo com a Economist , as prisões brasileiras são o protótipo da modernidade, mas "medievais" na prática, com exemplos de celas construídas para comportar 12 pessoas quando abrigam até 62 detentos.
Outra falha indicada é a entrada de pessoas que cometeram pequenos crimes nas cadeias depois de mudanças nas leis, em 2006, que petrificaram as penas para o tráfico de drogas e as atenuaram para casos considerados como posse para consumo pessoal.
Crédito:Reprodução Revista britânica alerta sobre despreparo de prisões no Brasil
Segundo a Agência O Globo, a revista ressalta que com mais presidiários entrando do que saindo a cada ano, o Brasil fica distante de uma solução, enquanto investimentos no setor não ocorrem no tempo necessário.
Além disso, a publicação descreve as imagens que mostram presos decapitados no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão (MA), e diz que o vídeo "fez muitos brasileiros acordarem para a situação infernal nas prisões do país".
De acordo com a Economist , as prisões brasileiras são o protótipo da modernidade, mas "medievais" na prática, com exemplos de celas construídas para comportar 12 pessoas quando abrigam até 62 detentos.
Outra falha indicada é a entrada de pessoas que cometeram pequenos crimes nas cadeias depois de mudanças nas leis, em 2006, que petrificaram as penas para o tráfico de drogas e as atenuaram para casos considerados como posse para consumo pessoal.





