Sites ligados à jihad islâmica publicam ofensas à Barack Obama
Sites ligados à jihad islâmica publicam ofensas à Barack Obama
Após receberem a notícia sobre a eleição do democrata Barack Obama à Presidência dos EUA, sites supostamente ligados à jihad islâmica, que reproduzem a propaganda fundamentalista, publicaram uma série de insultos racistas ao novo dirigente e definiram o resultado como "um sinal implícito da rendição norte-americana" e "uma indicação da vontade do povo norte-americano em fazer um acordo com a Al-Qaeda".
"Como os exércitos cruzados se rebelaram à Igreja após a derrota contra o Islã, como os turcos escolheram o nacionalismo de Ataturk após a queda do Império Otomano, assim também os norte-americanos entenderam que foram derrotados e alteraram sua ordem interna", afirma o site al-Hisba, que apóia os "combatentes da al-Qaeda".
Segundo informado pela agência Ansa Latina, Obama foi caracterizado, em diversos comentários, como "um escravo negro" e "um negro blasfemo chefe de uma nação blasfema". As críticas e ofensas também foram dirigidos à primeira-dama, Michelle Obama, incluindo-a no processo decisivo das eleições.
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