Sindicato dos Jornalistas repudia declaração de Rachel Sheherazade sobre "marginalzinho"
Na última quarta-feira (5/2), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, junto com sua Comissão de Ética, publicou uma nota de repúdio às declarações da apresentadora Rachel Sheherazade, do "Jornal do SBT", sobre o acusado de furto acorrentado e espancado por cidadãos.
Atualizado em 06/02/2014 às 14:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
A entidade classificou o discurso como "grave violação de direitos humanos e ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros".
"O desrespeito aos direitos humanos tem sido prática recorrente da jornalista, mas destacamos a violência simbólica dos recentes comentários por ela proferidos no programa de 04/02/2014", diz o texto, referindo-se aos comentários de Sheherazade que defendiam o grupo que espancou e prendeu a um poste um adolescente acusado de furto.
O sindicato ainda solicita à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) que investigue e identifique a responsabilidade da apresentadora neste e outros comentários que poderiam caracterizar uma violação dos direitos humanos e do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros.
"É preciso lembrar que os canais de rádio e TV não são propriedade privada, mas concessões públicas que não podem funcionar à revelia das leis e da Declaração Universal dos Direitos Humanos", conclui o texto, destacando os pontos do Código de Ética referentes aos direitos humanos.
Veja o discurso:
"O desrespeito aos direitos humanos tem sido prática recorrente da jornalista, mas destacamos a violência simbólica dos recentes comentários por ela proferidos no programa de 04/02/2014", diz o texto, referindo-se aos comentários de Sheherazade que defendiam o grupo que espancou e prendeu a um poste um adolescente acusado de furto.
O sindicato ainda solicita à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) que investigue e identifique a responsabilidade da apresentadora neste e outros comentários que poderiam caracterizar uma violação dos direitos humanos e do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros.
"É preciso lembrar que os canais de rádio e TV não são propriedade privada, mas concessões públicas que não podem funcionar à revelia das leis e da Declaração Universal dos Direitos Humanos", conclui o texto, destacando os pontos do Código de Ética referentes aos direitos humanos.
Veja o discurso:





