Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro denuncia abusos da PM contra imprensa
Em nota de repúdio, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro cobra uma posição oficial sobre as agressões da
Atualizado em 12/04/2014 às 13:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Polícia Militar contra a imprensa durante a operação de desocupação do antigo prédio da Oi, feita na última sexta-feira (11/4) na Zona Norte do Rio.
De acordo com a Agência Brasil, em nota intitulada “Em repúdio à violência policial contra jornalistas”, a entidade afirma: “O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro cobra do governo, das autoridades da Segurança Pública e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, assim como do Ministério da Justiça, providências imediatas para garantir a devida e rigorosa apuração dos desvios de conduta policial ocorridos na operação militar feita na manhã desta sexta-feira na Favela da Telerj, no Engenho Novo, zona norte da cidade.”
A nota informa que serão buscadas medidas que garantam o livre exercício do trabalho jornalístico. “Ficou claro que o cerceamento ao nosso exercício profissional teve o notório propósito de impedir o registro das violações de direitos humanos praticadas pela PM na operação de retirada da população da favela. Estudamos as medidas cabíveis para responsabilizar o Estado não só pelos abusos verificados nesta manhã, como também pelo sistemático cerceamento que a nossa profissão tem sofrido historicamente por meio de intimidação e violência armada.”
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De acordo com a Agência Brasil, em nota intitulada “Em repúdio à violência policial contra jornalistas”, a entidade afirma: “O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro cobra do governo, das autoridades da Segurança Pública e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, assim como do Ministério da Justiça, providências imediatas para garantir a devida e rigorosa apuração dos desvios de conduta policial ocorridos na operação militar feita na manhã desta sexta-feira na Favela da Telerj, no Engenho Novo, zona norte da cidade.”
A nota informa que serão buscadas medidas que garantam o livre exercício do trabalho jornalístico. “Ficou claro que o cerceamento ao nosso exercício profissional teve o notório propósito de impedir o registro das violações de direitos humanos praticadas pela PM na operação de retirada da população da favela. Estudamos as medidas cabíveis para responsabilizar o Estado não só pelos abusos verificados nesta manhã, como também pelo sistemático cerceamento que a nossa profissão tem sofrido historicamente por meio de intimidação e violência armada.”
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