Sindicato de AL repudia pastor que se apresentou como jornalista em blitz
Na última quarta-feira (12/8), o sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindijornal) divulgou uma nota para esclarecer o
Atualizado em 13/08/2015 às 12:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quarta-feira (12/8), o dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindijornal) divulgou uma nota para esclarecer o caso de um pastor que se identificou como jornalista em uma blitz da lei seca em Maceió (AL).
Crédito:Reprodução Carteira apresentada por pastor em blitz não é oficial, garante sindicato
De acordo com o Tribuna Hoje , o pastor Cícero Lira dos Santos afirmou que atuava na imprensa, apresentando, inclusive, uma suposta carteira de trabalho durante a abordagem policial.
Sindijornal destaca que o religioso não aparece no quadro de sócios da entidade e que a carteira apresentada por ele à polícia não segue o modelo da carteira nacional dos jornalistas, uma vez que o único órgão autorizado a emitir esse tipo de documento oficial é a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
O documento mostrado pelo pastor teria sido emitido pelo Supremo Conselho Nacional de Jornalismo. No entanto, não é possível encontrar na internet qualquer referência da entidade que teria emitido o documento de Santos.
Crédito:Reprodução Carteira apresentada por pastor em blitz não é oficial, garante sindicato
De acordo com o Tribuna Hoje , o pastor Cícero Lira dos Santos afirmou que atuava na imprensa, apresentando, inclusive, uma suposta carteira de trabalho durante a abordagem policial.
Sindijornal destaca que o religioso não aparece no quadro de sócios da entidade e que a carteira apresentada por ele à polícia não segue o modelo da carteira nacional dos jornalistas, uma vez que o único órgão autorizado a emitir esse tipo de documento oficial é a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
O documento mostrado pelo pastor teria sido emitido pelo Supremo Conselho Nacional de Jornalismo. No entanto, não é possível encontrar na internet qualquer referência da entidade que teria emitido o documento de Santos.
O pastor foi autuado por embriaguez ao volante. Os dois homens que estavam no carro com ele, Sandreano Calixto e Leoni Calixto, foram levados à delegacia por porte ilegal de arma de fogo.





