Sindicato cobra explicações de militares pela agressão a profissionais de imprensa no Pará
O Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor-PA) se reuniu com militares concentrados no 6º Batalhão da Polícia Militar, em Ananindeua (PA), para cobrar explicações oficiais sobre as agressões sofridas pela equipe da TV Liberal no último sábado (5/4).
Atualizado em 08/04/2014 às 19:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e dos Bombeiros do Pará, Francisco Xavier, garantiu retratação e lamentou o ocorrido.
Segundo o G1, o jornalista Márcio Lins e o repórter cinematográfico Jairo Lopes foram impedidos de fazer a cobertura de uma paralisação de agentes militares na região por homens vestidos com uniformes da PM. “Vocês só mostram os pontos negativos. Vão-se embora, vão-se embora que a turma tá revoltada”, diz um dos homens, em meio a palavrões. Depois, um grupo parte para a violência. No meio da confusão, Lins foi agredido pelas costas, com golpes no pescoço e na cabeça, e desmaiou.
"Cobramos uma retratação pública do comando de greve sobre o caso do Márcio. Espero que eles cumpram o compromisso de não impedir mais nenhum profissional da imprensa de trabalhar", declarou Sheila Fato, presidente do Sinjor. Em busca de uma resposta para o ocorrido, Xavier reafirmou o compromisso dos manifestantes de se retratarem publicamente. "Nós vamos chamar os representantes amanhã (dia 8), nos comprometemos em fazer essa retratação".
Para o líder militar, o caso foi um fato isolado e sustenta a tese que o agressor estaria infiltrado para tumultuar a manifestação. "Ele não faz parte do movimento, ele apareceu só aquele dia. Só temos a lamentar e pedir desculpas, e a reunião foi muito boa nesse sentido". Em contrapartida, Sheila Faro ressaltou que o Sinjor deverá acionar judicialmente o responsável pela agressão identificado nas imagens da TV Liberal.
Segundo o G1, o jornalista Márcio Lins e o repórter cinematográfico Jairo Lopes foram impedidos de fazer a cobertura de uma paralisação de agentes militares na região por homens vestidos com uniformes da PM. “Vocês só mostram os pontos negativos. Vão-se embora, vão-se embora que a turma tá revoltada”, diz um dos homens, em meio a palavrões. Depois, um grupo parte para a violência. No meio da confusão, Lins foi agredido pelas costas, com golpes no pescoço e na cabeça, e desmaiou.
"Cobramos uma retratação pública do comando de greve sobre o caso do Márcio. Espero que eles cumpram o compromisso de não impedir mais nenhum profissional da imprensa de trabalhar", declarou Sheila Fato, presidente do Sinjor. Em busca de uma resposta para o ocorrido, Xavier reafirmou o compromisso dos manifestantes de se retratarem publicamente. "Nós vamos chamar os representantes amanhã (dia 8), nos comprometemos em fazer essa retratação".
Para o líder militar, o caso foi um fato isolado e sustenta a tese que o agressor estaria infiltrado para tumultuar a manifestação. "Ele não faz parte do movimento, ele apareceu só aquele dia. Só temos a lamentar e pedir desculpas, e a reunião foi muito boa nesse sentido". Em contrapartida, Sheila Faro ressaltou que o Sinjor deverá acionar judicialmente o responsável pela agressão identificado nas imagens da TV Liberal.





