"Sempre vou ser uma pessoa de opinião", diz Sheherazade após SBT vetar comentários
SBT decidiu que comentários em telejornais serão feitos apenas em forma de editorial.
Atualizado em 15/04/2014 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em entrevista ao site Notícias da TV, a jornalista Rachel Sheherazade, que voltou à bancada do "SBT Brasil" na última segunda-feira (14/4), revelou que soube que não poderia mais emitir suas opiniões no telejornal após se reunir com a direção de jornalismo, artística e vice-presidência do canal.
Crédito:Divulgação Jornalista diz que SBT não censurou seus comentários
Para Rachel, as mudanças na emissora são normais. "É uma mudança de estratégia da empresa. Isso não é pensado por nós, somos soldados dessa empreitada e cabe a gente encarar qualquer novo desafio com profissionalismo, garra e muito amor à profissão. O jornalismo é isso, está sempre em constante mudança", disse.
A jornalista virou alvo de críticas após comentar, no dia 5 de fevereiro deste ano, a prisão de um adolescente acusado de praticar roubos e furtos no Rio de Janeiro (RJ). O rapaz foi espancado e depois preso pelo pescoço, sem roupa, a um poste.
Rachel comentou que, “no país que ostenta incríveis 26 assassinatos a cada 100 mil habitantes, que arquiva mais de 80% de inquéritos de homicídio e sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”.
A apresentadora não acredita ser vítima de censura e afirmou que continuará emitindo opiniões em outros meios, como na internet. "Sempre vou ser uma pessoa de opinião, de posições firmes, isso não vai mudar. Se o formato do jornal mudar, eu não mudo. Sou assim, serei assim e talvez eu encontre outra forma de exibir minhas opiniões que não seja pelo 'SBT Brasil'", acrescentou.
Crédito:Divulgação Jornalista diz que SBT não censurou seus comentários
Para Rachel, as mudanças na emissora são normais. "É uma mudança de estratégia da empresa. Isso não é pensado por nós, somos soldados dessa empreitada e cabe a gente encarar qualquer novo desafio com profissionalismo, garra e muito amor à profissão. O jornalismo é isso, está sempre em constante mudança", disse.
A jornalista virou alvo de críticas após comentar, no dia 5 de fevereiro deste ano, a prisão de um adolescente acusado de praticar roubos e furtos no Rio de Janeiro (RJ). O rapaz foi espancado e depois preso pelo pescoço, sem roupa, a um poste.
Rachel comentou que, “no país que ostenta incríveis 26 assassinatos a cada 100 mil habitantes, que arquiva mais de 80% de inquéritos de homicídio e sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”.
A apresentadora não acredita ser vítima de censura e afirmou que continuará emitindo opiniões em outros meios, como na internet. "Sempre vou ser uma pessoa de opinião, de posições firmes, isso não vai mudar. Se o formato do jornal mudar, eu não mudo. Sou assim, serei assim e talvez eu encontre outra forma de exibir minhas opiniões que não seja pelo 'SBT Brasil'", acrescentou.





