Segundo site, Estadão está pagando 48 jornalistas abaixo do piso
Segundo site, Estadão está pagando 48 jornalistas abaixo do piso
Atualizado em 13/06/2005 às 10:06, por
Redação Portal Imprensa.
O jornal O Estado de S. Paulo será alvo de uma ação judicial movida pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo em função do pagamento de salários a 48 jornalistas abaixo do piso (R$2.240) estabelecido pela entidade para São Paulo. A informação foi publicada nesta manhã no site Blue Bus.
Em entrevista ao site, o presidente do SindiJor/SP, Fred Ghedini, disse que " ainda não desistiu de conversar com a diretoria do jornal sobre o caso, mas que, na verdade, não há nenhuma reunião prevista". A briga do jornal com a entidade se desenrola desde o início do ano quando um acordo de condições salariais entre as duas partes foi rompido e conforme o sindicato a partir deste momento o Estadão teria que pagar o piso. "o reajuste dos salários desse grupo de 48 representaria acréscimo de cerca de R$ 15 mil mensais a folha de pagamento", comentou Ghedini.
Segundo a apuração do Blue Bus, os profissionais, que estariam recebendo em torno de R$1.900, já teriam se manifestado na redação diversas vezes, entretanto não surtiu efeito. O Estado de S. Paulo, por sua vez, faz contratos de 7h de expediente e não de 5h mais 2h de horas extra como é realizado normalmente. O modelo é usado desde os anos 80, quando a empresa conseguiu uma liminar no TST e garantia o não pagamento do piso.
Em entrevista ao site, o presidente do SindiJor/SP, Fred Ghedini, disse que " ainda não desistiu de conversar com a diretoria do jornal sobre o caso, mas que, na verdade, não há nenhuma reunião prevista". A briga do jornal com a entidade se desenrola desde o início do ano quando um acordo de condições salariais entre as duas partes foi rompido e conforme o sindicato a partir deste momento o Estadão teria que pagar o piso. "o reajuste dos salários desse grupo de 48 representaria acréscimo de cerca de R$ 15 mil mensais a folha de pagamento", comentou Ghedini.
Segundo a apuração do Blue Bus, os profissionais, que estariam recebendo em torno de R$1.900, já teriam se manifestado na redação diversas vezes, entretanto não surtiu efeito. O Estado de S. Paulo, por sua vez, faz contratos de 7h de expediente e não de 5h mais 2h de horas extra como é realizado normalmente. O modelo é usado desde os anos 80, quando a empresa conseguiu uma liminar no TST e garantia o não pagamento do piso.






