Rússia condena detenção de jornalistas na Turquia
O ministério das Relações Exteriores russo condenou na última terça-feira (8/12) a decisão de autoridades da Turquia em deter e deportar jor
Atualizado em 09/12/2015 às 09:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ministério das Relações Exteriores russo condenou na última terça-feira (8/12) a decisão de autoridades da Turquia em deter e deportar do canal Rossiya 1, um dos principais do país. Crédito:reprodução Turquia deportou jornalistas do canal Rossiya 1 por "violação das regras de atividade de jornalistas estrangeiros" Segundo a agência Sputnik, os profissionais foram levados para uma delegacia local, onde souberam que seriam deportados por "violação das regras de atividade de jornalistas estrangeiros na República da Turquia".
"Condenamos definitivamente as ações ilegais das autoridades turcas. Esse tipo de trato com representantes da mídia é absolutamente inaceitável", ressaltou, em nota, a chancelaria russa.
O ministério russo acredita que as autoridades turcas não gostaram do fato de os repórteres terem revelado informações sobre atividades ilegais na região da fronteira entre o país e a Síria, como a participação de Ancara no comércio ilegal de petróleo.
"Esse caso é revelador diante de uma série de violações dos direitos humanos de mídias locais e estrangeiras na Turquia. Organizações internacionais, incluindo a OSCE, têm repetidamente chamado a atenção da comunidade mundial para isso", completou.
"Condenamos definitivamente as ações ilegais das autoridades turcas. Esse tipo de trato com representantes da mídia é absolutamente inaceitável", ressaltou, em nota, a chancelaria russa.
O ministério russo acredita que as autoridades turcas não gostaram do fato de os repórteres terem revelado informações sobre atividades ilegais na região da fronteira entre o país e a Síria, como a participação de Ancara no comércio ilegal de petróleo.
"Esse caso é revelador diante de uma série de violações dos direitos humanos de mídias locais e estrangeiras na Turquia. Organizações internacionais, incluindo a OSCE, têm repetidamente chamado a atenção da comunidade mundial para isso", completou.





