Romário cobra indenização de R$ 75 milhões e direito de resposta de "Veja"
O senador Romário Faria (PSB-RJ) revelou nesta quinta-feira (6/8) que moveu uma ação judicial contra a revista Veja após
Atualizado em 06/08/2015 às 15:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O senador Faria (PSB-RJ) revelou nesta quinta-feira (6/8) que moveu uma ação judicial contra a revista Veja após ser acusado de manter uma conta de R$ 7,5 milhões não declarada num banco de Genebra, na Suíça.
Crédito:Agência Senado Romário quer indenização e direito de resposta na revista
O ex-jogador usou sua conta no Twitter para revelar o processo de indenização no valor de R$ 75 milhões, além do pedido de direito de resposta que deverá ser publicado na edição impressa.
"O processo continua! Estou pedindo na justiça R$ 75 milhões por danos morais e direito de resposta na edição impressa da revista. Para encerrar o assunto, agradeço a todos que me apoiaram nesse episódio da revista e que confiaram na minha resposta desde o começo", escreveu.
Pedido de desculpas
Na última quarta (5/8), Veja reconheceu que era falso o extrato da conta em nome de Romário usado na reportagem e pediu desculpas publicamente ao ex-atleta.
Crédito:Agência Senado Romário quer indenização e direito de resposta na revista
O ex-jogador usou sua conta no Twitter para revelar o processo de indenização no valor de R$ 75 milhões, além do pedido de direito de resposta que deverá ser publicado na edição impressa.
"O processo continua! Estou pedindo na justiça R$ 75 milhões por danos morais e direito de resposta na edição impressa da revista. Para encerrar o assunto, agradeço a todos que me apoiaram nesse episódio da revista e que confiaram na minha resposta desde o começo", escreveu.
Pedido de desculpas
Na última quarta (5/8), Veja reconheceu que era falso o extrato da conta em nome de Romário usado na reportagem e pediu desculpas publicamente ao ex-atleta.
"Por ter publicado um documento falso como sendo verdadeiro, Veja pede desculpas ao senador Romário e aos seus leitores. Esse pedido de desculpas não veio antes porque até a tarde desta quarta-feira ainda pairavam perguntas sem respostas sobre a real natureza do extrato, de cuja genuinidade Veja não tinha razões para suspeitar".





