Ribéry processa a revista "Closer" após matéria associá-lo a prostitutas
O jogador da seleção francesa, Franck Ribéry, está processando a revista Closer em 400 mil euros (cerca de R$ 1,6 milhão) por uma matéria publicada em novembro deste ano na qual teve seu nome veiculado a um novo caso envolvendo relações sexuais com prostitutas.
Atualizado em 08/12/2015 às 15:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Franck Ribéry, está a revista Closer em 400 mil euros (cerca de R$ 1,6 milhão) por uma matéria publicada em novembro deste ano na qual teve seu nome veiculado a um novo caso envolvendo relações sexuais com prostitutas.
Crédito:Divulgação Jogador processa a mesma revista pela segunda vez
Segundo a ESPN, a ação foi movida contra a Mondadori Magazine France, responsável pela publicação da Closer , por "prejudicar seriamente a imagem e dignidade do jogador", que estaria, de acordo com a revista, "em contato com uma corte sobre um caso de prostituição".
"Franck Ribéry é novamente a vítima de sérios esquemas comandados pela mídia francesa com nenhum outro objetivo do que manchar sua reputação e jogá-lo na lama", diz trecho da ação contra a revista. Em 2009, ele já havia sido acusado de ter mantido relações sexuais com uma menor de idade – acusação da qual foi absolvido em janeiro deste ano.
Crédito:Divulgação Jogador processa a mesma revista pela segunda vez
Segundo a ESPN, a ação foi movida contra a Mondadori Magazine France, responsável pela publicação da Closer , por "prejudicar seriamente a imagem e dignidade do jogador", que estaria, de acordo com a revista, "em contato com uma corte sobre um caso de prostituição".
"Franck Ribéry é novamente a vítima de sérios esquemas comandados pela mídia francesa com nenhum outro objetivo do que manchar sua reputação e jogá-lo na lama", diz trecho da ação contra a revista. Em 2009, ele já havia sido acusado de ter mantido relações sexuais com uma menor de idade – acusação da qual foi absolvido em janeiro deste ano.
Em sua defesa, o veículo afirmou que acusação foi feita com base em informações oficiais da polícia. "A Closer publicou informações que foram verificadas e confirmadas pela polícia", disse o advogado da revista, Delphine Pando.





