Revista Crescer lança novo projeto gráfico e caderno especial para as grávidas
Revista Crescer lança novo projeto gráfico e caderno especial para as grávidas
Revista Crescer lança novo projeto gráfico e caderno especial para as grávidas
A edição de abril da Revista Crescer , da Editora Globo, chega ao mercado com mudanças gráficas e editoriais. O projeto traz uma revista mais leve, dinâmica e moderna, com novas fontes, cores e recursos gráficos.
"A ideia é que essa mudança valorize ainda mais as histórias e as informações. Tudo para chegar mais rápido ao nosso objetivo: ajudar os pais a cuidar, educar e se divertir com os filhos", diz Paula Perim, diretora de redação.
Outra novidade que chegará aos leitores a partir de abril, será um caderno com no mínimo 15 páginas exclusivamente dedicadas às grávidas com temas que percorrem desde a gravidez até o pós-parto. "Além de notícias sobre os cuidados com a saúde, teremos moda, decoração, dicas de produtos, histórias de parto e reportagens".
A revista conta ainda, mensalmente, com a participação de três colunistas especiais: a atriz Denise Fraga, o poeta Fabrício Carpinejar e o jornalista Marcelo Tas.
A matéria de capa da edição de abril foi baseada em uma pesquisa exclusiva com 1.685 leitores que mostra os hábitos da família brasileira à mesa. Mais de 60% dos entrevistados têm entre 25 e 39 anos, 88% são casados e 52% são pais de crianças entre 1 e 3 anos. E o resultado mostra que o exemplo vem mesmo dos pais.
Para ajudar os pais a lidar com essa realidade, a revista preparou um plano de quatro semanas para transformar a alimentação da família. Esta edição traz, ainda, uma entrevista exclusiva com a jornalista norte-americana Judith Warner, autora do best-seller "Mães que Trabalham - a Loucura Perfeita".
Em seu mais recente e polêmico livro, "We've Got Issues - Children and Parents in the Age of Medications" ("Nós Temos Problemas - Crianças e Pais na Era da Medicação", sem previsão de chegada ao Brasil), Judith fala de pais desesperados para tratar os filhos e resistentes a dar remédios, e crianças que não são tratadas e, por isso, sofrem preconceito.
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