Revista de ufologia e empresário oferecem R$ 20 mil a quem copiar agroglifos em SC
Um empresário e uma publicação especializada em ufologia, a UFO, irão dar cada um R$ 10 mil para quem conseguir reproduzir — com medidas iguais, na mesma região e em 10 horas — os agroglifos encontrados no começo de novembro em Ipuaçu, no oeste de Santa Catarina.
Atualizado em 11/11/2013 às 18:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
especializada em ufologia, a UFO , irão dar cada um R$ 10 mil para quem conseguir reproduzir — com medidas iguais, na mesma região e em 10 horas — os agroglifos encontrados no começo de novembro em Ipuaçu, no oeste de Santa Catarina.
Crédito:Reprodução Até o momento, ninguém se candidatou à proposta da revista
Segundo o G1, o editor da publicação que oferece o prêmio, Ademar José Gevaerd, informou que, até a manhã desta segunda-feira (11/11), ninguém havia se candidatado. Para receber o prêmio, o participante precisa fazer a imagem com o mesmo diâmetro, espessura e número de voltas dos originais.
Quando esteve em Ipuaçu, o ufólogo levou um perito, que analisou o local e produziu um laudo com as medidas nas quais o desafio é baseado. Pela conclusão do laudo, "não houve ação humana na realização dos agroglifos. Ou seja, eles são autênticos", diz Gevaerd. "A dedução é de que foram feitos por alguém que não é daqui."
Contudo, o presidente do Grupo de Estudos Astronomia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o professor Adolfo Stotz Neto, diz acreditar que todos os agroglifos sejam feitos por pessoas. "Esses pseudofenômenos, porque não são verdadeiros, iniciaram nos anos 1980 na Grã-Bretanha", explicou. "Os mais caprichosos usam fita métrica, fazem o desenho em casa e depois reproduzem na plantação. Eu dou parabéns ao artista."
"Na nossa galáxia, existem bilhões de estrelas, trilhões de galáxias. Pode haver vida por aí à vontade. Mas as distâncias são astronômicas", frisou o professor. De acordo com ele, uma nave espacial levaria 650 mil anos para chegar aqui, caso houvesse um planeta semelhante à Terra localizado perto da estrela mais próxima. "Ninguém vai viajar para abrir um desenho em um campo de trigo e ir embora."
Crédito:Reprodução Até o momento, ninguém se candidatou à proposta da revista
Segundo o G1, o editor da publicação que oferece o prêmio, Ademar José Gevaerd, informou que, até a manhã desta segunda-feira (11/11), ninguém havia se candidatado. Para receber o prêmio, o participante precisa fazer a imagem com o mesmo diâmetro, espessura e número de voltas dos originais.
Quando esteve em Ipuaçu, o ufólogo levou um perito, que analisou o local e produziu um laudo com as medidas nas quais o desafio é baseado. Pela conclusão do laudo, "não houve ação humana na realização dos agroglifos. Ou seja, eles são autênticos", diz Gevaerd. "A dedução é de que foram feitos por alguém que não é daqui."
Contudo, o presidente do Grupo de Estudos Astronomia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o professor Adolfo Stotz Neto, diz acreditar que todos os agroglifos sejam feitos por pessoas. "Esses pseudofenômenos, porque não são verdadeiros, iniciaram nos anos 1980 na Grã-Bretanha", explicou. "Os mais caprichosos usam fita métrica, fazem o desenho em casa e depois reproduzem na plantação. Eu dou parabéns ao artista."
"Na nossa galáxia, existem bilhões de estrelas, trilhões de galáxias. Pode haver vida por aí à vontade. Mas as distâncias são astronômicas", frisou o professor. De acordo com ele, uma nave espacial levaria 650 mil anos para chegar aqui, caso houvesse um planeta semelhante à Terra localizado perto da estrela mais próxima. "Ninguém vai viajar para abrir um desenho em um campo de trigo e ir embora."





