Repressão do governo chinês diminui popularidade de microblogs no País
Alguns dos serviços de microblogs mais populares da China têm registrado queda no número de usuários e preços de ações, conforme relatório divulgado na última quinta-feira (16/1) pelo governo chinês.
Atualizado em 17/01/2014 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Desde o ano passado o país vem reprimindo postagens consideradas como "rumores que prejudicam sua estabilidade social" nas redes sociais.
Segundo informações da Reuters, o Sina, mais popular provedor de microblog da China, registrou uma diminuição de 9% no número de usuários entre 2012 e 2013, conforme relatório do centro de informações de rede de Internet do governo. Além disso, o preço de suas ações tiveram uma queda de quase 5% só na última quinta (16/1), a maior queda em três meses.
Entretanto, serviços de mensagens instantâneas privadas, como o Wechat, tem ganhado cada vez mais usuários, surgindo como alternativa àqueles que querem expressar suas opiniões sem medo de consequências.
O motivo desde movimento seria a ameaça por parte do governo chinês de apagar qualquer informação considerada como "rumor" compartilhados mais de 500 vezes ou vistos por mais de 5.000 pessoas em qualquer microblog, conforme apurou a Reuters.
Segundo informações da Reuters, o Sina, mais popular provedor de microblog da China, registrou uma diminuição de 9% no número de usuários entre 2012 e 2013, conforme relatório do centro de informações de rede de Internet do governo. Além disso, o preço de suas ações tiveram uma queda de quase 5% só na última quinta (16/1), a maior queda em três meses.
Entretanto, serviços de mensagens instantâneas privadas, como o Wechat, tem ganhado cada vez mais usuários, surgindo como alternativa àqueles que querem expressar suas opiniões sem medo de consequências.
O motivo desde movimento seria a ameaça por parte do governo chinês de apagar qualquer informação considerada como "rumor" compartilhados mais de 500 vezes ou vistos por mais de 5.000 pessoas em qualquer microblog, conforme apurou a Reuters.





