Repórteres Sem Fronteiras condena assassinato de jornalista em Minas Gerais
A Organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) condenou o assassinato do jornalista Maurício Campos Rosa, morto a tiros no último dia 17, em
Atualizado em 24/08/2016 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Santa Luzia, cidade localizada a 18 quilômetros de Belo Horizonte (MG).
Crédito:Reprodução Maurício Campos Rosa foi atingido por cinco tiros quando saia de sua casa, em Santa Luzia (MG)
Campos Rosa, de 64 anos, era repórter e diretor do jornal O Grito , publicação gratuita distribuída há mais de 20 anos no município. Ele foi atingido por cinco tiros quando saia de sua casa. Os disparos acertaram o pescoço e as costas do jornalista que chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Em nota, a RSF pede para que as autoridades tomem providências e identifiquem os autores do que qualificou como "ato covarde". “Quantos jornalistas assassinados são necessários para que se comece a combater de forma mais sistemática o problema da violência contra os comunicadores no país?”, questionou o diretor do escritório para a América Latina, Emmanuel Colombié.
"É mais uma voz de um meio de comunicação independente que se apaga. Sua morte não deve cair no esquecimento, nem permanecer impune, como é infelizmente a regra para grande parte de casos semelhantes na América Latina”, completou.
Crédito:Reprodução Maurício Campos Rosa foi atingido por cinco tiros quando saia de sua casa, em Santa Luzia (MG)
Campos Rosa, de 64 anos, era repórter e diretor do jornal O Grito , publicação gratuita distribuída há mais de 20 anos no município. Ele foi atingido por cinco tiros quando saia de sua casa. Os disparos acertaram o pescoço e as costas do jornalista que chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Em nota, a RSF pede para que as autoridades tomem providências e identifiquem os autores do que qualificou como "ato covarde". “Quantos jornalistas assassinados são necessários para que se comece a combater de forma mais sistemática o problema da violência contra os comunicadores no país?”, questionou o diretor do escritório para a América Latina, Emmanuel Colombié.
"É mais uma voz de um meio de comunicação independente que se apaga. Sua morte não deve cair no esquecimento, nem permanecer impune, como é infelizmente a regra para grande parte de casos semelhantes na América Latina”, completou.





