"Quem entra em crise é o Ipea", afirma jornalista que criou movimento contra estupro
A jornalista Nana Queiroz, do jornal Metro de Brasília (DF) e criadora da campanha #EuNãoMereçoSerEstuprada, afirmou que o mo
Atualizado em 05/04/2014 às 13:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A jornalista Nana Queiroz, do jornal Metro de Brasília (DF) e criadora da campanha , afirmou que o movimento continuará ativo, mesmo após o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) ter informado, na última sexta-feira (4/4), que houve um erro no estudo divulgado no dia 27 de março.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista diz que erro do Ipea mostrou necessidade de combater a violência sexual
Na opinião dela, "esse foi, talvez, o caso da história recente do Brasil em que mais vale a expressão 'há males que vêm para o bem', porque esse dado dos 65% deu força a um movimento que mostrou que as mulheres do Brasil têm uma capacidade de articulação tremenda, entre várias classes sociais e idades diferentes".
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista diz que erro do Ipea mostrou necessidade de combater a violência sexual
Nana criou o movimento quando o instituto divulgou que 65% dos brasileiros concordavam que mulheres com roupas curtas mereciam ser estupradas. Ao Estadão , ela disse que, apesar da errata, a campanha não entra em crise. "Quem entra em crise é o Ipea", destacou.
Na opinião dela, "esse foi, talvez, o caso da história recente do Brasil em que mais vale a expressão 'há males que vêm para o bem', porque esse dado dos 65% deu força a um movimento que mostrou que as mulheres do Brasil têm uma capacidade de articulação tremenda, entre várias classes sociais e idades diferentes".





