Público que assistiu cópia pirata de "Tropa de Elite" pode doar valor do ingresso ao Inca
Público que assistiu cópia pirata de "Tropa de Elite" pode doar valor do ingresso ao Inca
Os produtores do polêmico "Tropa de Elite" abriram uma conta em nome do Instituto Nacional do Câncer (Inca) na intenção de arrecadar doações do público que assistiu o filme por uma cópia pirata e que agora deseja fazer sua "mea" culpa". O montante será depositado em nome do titular da conta, no caso, o Inca. (Banco do Brasil, Agência: 3118- 6, c/c: 16021-0).
O produtor do longa, Marcos Prado, declarou que muitas pessoas procuraram a equipe para manifestar a intenção de doar o valor do ingresso que pagariam caso tivessem ido ao cinema. "Recebemos e-mails de pessoas bem intencionadas, mas para a gente não interessava receber o dinheiro, então, procuramos o Inca".
De acordo com informações da Agência Estado, antes mesmo de ser finalizado, o filme foi pirateado e vendido. Cerca de 11,5 milhões de pessoas viram o filme por uma cópia pirata; os números oficiais apontam 2,5 milhões de pessoas que assistiram o longa nos cinemas.
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