Projeto de jornal independente é acusado de tentar "desestabilizar o governo" no Equador
O jornal estatal do Equador El Telégrafo publicou uma matéria no último dia 6 de janeiro criticando a iniciativa da ex-candidata presidencial, Martha Roldós, de buscar investimento nos Estados Unidos para a criação de um veículo independente de jornalismo investigativo em seu país.
Atualizado em 21/01/2014 às 18:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
A publicação diz que o projeto é um "elaborado plano para desestabilizar o governo".
Segundo o blog jornalismo nas Américas, a matéria cita várias mensagens do e-mail de Roldós para assegurar que a iniciativa “não tem nenhum propósito midiático ou jornalístico, mas sim de sustentar a oposição política” e “o objetivo seria fortalecer a oposição ao Governo equatoriano”.
"Fizeram uma tempestade em um copo d'água", disse Roldós. "O novo meio tem o objetivo de gerar jornalismo de investigação e cobrir temas que acreditamos que a cidadania deve saber, mas sobre isto armam uma teoria da conspiração internacional", afirmou.
O novo veículo seria encabeçado pelo jornalista equatoriano Juan Carlos Calderón e teria o propósito de publicar matérias de profundidade em um país onde o jornalismo investigativo se enfraqueceu após numerosas ações judiciais e desacreditações contra a imprensa pelo governo, além da aprovação de uma polêmica lei de comunicação no ano passado.
Segundo o blog jornalismo nas Américas, a matéria cita várias mensagens do e-mail de Roldós para assegurar que a iniciativa “não tem nenhum propósito midiático ou jornalístico, mas sim de sustentar a oposição política” e “o objetivo seria fortalecer a oposição ao Governo equatoriano”.
"Fizeram uma tempestade em um copo d'água", disse Roldós. "O novo meio tem o objetivo de gerar jornalismo de investigação e cobrir temas que acreditamos que a cidadania deve saber, mas sobre isto armam uma teoria da conspiração internacional", afirmou.
O novo veículo seria encabeçado pelo jornalista equatoriano Juan Carlos Calderón e teria o propósito de publicar matérias de profundidade em um país onde o jornalismo investigativo se enfraqueceu após numerosas ações judiciais e desacreditações contra a imprensa pelo governo, além da aprovação de uma polêmica lei de comunicação no ano passado.





