Profissionais acreditam que a internet possa ser o futuro do audiovisual
Após as séries "House of Cards" e "Arrested Development", ambas produzidas para distribuição online, serem indicadas para o Emmy, maior premiação para séries, na última quinta-feira (18/7), profissionais do audiovisual já apostam que o público da TV vai migrar para a internet.
Atualizado em 19/07/2013 às 16:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Cards" e "Arrested Development", ambas produzidas para distribuição online, serem indicadas para o Emmy, maior premiação para séries, na última quinta-feira (18/7), profissionais do audiovisual já apostam que o público da TV vai migrar para a internet.
"A internet é o futuro de todas as mídias, inclusive a TV. É só uma questão de tempo", diz Roberto Moreira, cineasta e professor do departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.
Segundo a Folha de S.Paulo , o cineasta Andrucha Waddington afirma que “a internet não é a TV do futuro, é o presente". "Com a distribuição via rede, o conteúdo chega diretamente ao público, sem que ele esteja amarrado a grades de programação. Os 'filtros' ou 'curadores' são os canais do futuro, quer dizer: já o são no presente. O que importa é o conteúdo", diz o cineasta.
O crítico Rubens Ewald Filho diz que estão chegando "tempos difíceis para a indústria do entretimento, agora que o DVD agoniza" e que "é preciso de alguma forma suprir a renda que o vídeo doméstico produzia para os estúdios". Ele ressalta que, nesse cenário, a internet “tem que ser o futuro”.
"A internet trouxe uma revolução diferente, marcada pela interatividade, pela personalização, pelo conceito de decidir o que e quando, a cada sessão, a cada acesso", diz Márcio Carvalho, diretor de marketing da NET. Para ele, "a fusão desses dois mundos promete", mas, "colocando em perspectiva, a TV tradicional ainda é a rainha desse mundo midiático, com milhões de telespectadores sintonizando seus canais preferidos nos momentos de lazer".
"A internet é o futuro de todas as mídias, inclusive a TV. É só uma questão de tempo", diz Roberto Moreira, cineasta e professor do departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.
Segundo a Folha de S.Paulo , o cineasta Andrucha Waddington afirma que “a internet não é a TV do futuro, é o presente". "Com a distribuição via rede, o conteúdo chega diretamente ao público, sem que ele esteja amarrado a grades de programação. Os 'filtros' ou 'curadores' são os canais do futuro, quer dizer: já o são no presente. O que importa é o conteúdo", diz o cineasta.
O crítico Rubens Ewald Filho diz que estão chegando "tempos difíceis para a indústria do entretimento, agora que o DVD agoniza" e que "é preciso de alguma forma suprir a renda que o vídeo doméstico produzia para os estúdios". Ele ressalta que, nesse cenário, a internet “tem que ser o futuro”.
"A internet trouxe uma revolução diferente, marcada pela interatividade, pela personalização, pelo conceito de decidir o que e quando, a cada sessão, a cada acesso", diz Márcio Carvalho, diretor de marketing da NET. Para ele, "a fusão desses dois mundos promete", mas, "colocando em perspectiva, a TV tradicional ainda é a rainha desse mundo midiático, com milhões de telespectadores sintonizando seus canais preferidos nos momentos de lazer".





