Procuradores da Lava Jato negam passaporte para Cláudia Cruz por suspeita de fuga
Procuradores da Operação Lava Jato informaram que há um "risco concreto de eventual fuga" da jornalista Cláudia Cordeiro Cruz, mulher do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e negaram o pedido de devolução do seu passaporte.
Atualizado em 16/08/2016 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
informaram que há um "risco concreto de eventual fuga" da jornalista Cláudia Cordeiro Cruz, mulher do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e negaram o pedido de devolução do seu passaporte.
Crédito:Reprodução Cláudia Cruz é acusada de lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Segundo a Folha de S.Paulo , as autoridades fizeram o alerta em um parecer enviado à Justiça na última segunda-feira (15/8). "Existe real possibilidade de Cláudia Cruz e/ou seus familiares manterem outras contas bancárias no exterior, havendo risco concreto de eventual fuga e utilização de ativos secretos ainda não bloqueados caso o passaporte seja devolvido", afirmaram. Cláudia é acusada de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Suspeita-se que a jornalista tenha sido favorecida de parte da propina de US$ 1,5 milhão que Cunha teria recebido em um contrato da Petrobras.
A mulher de Cunha teria usado o dinheiro para comprar bens luxuosos. Ela e o marido negam as irregularidades e defendem que seus rendimentos são lícitos, originados de investimentos e aplicações financeiras.
O advogado da jornalista, Pierpaolo Cruz Bottini, disse que a afirmação do MPF é "descabida". "Cláudia se apresentou espontaneamente às autoridades, prestou depoimentos, declarou seus bens no exterior e entregou voluntariamente seu passaporte. O que mais é necessário fazer para demonstrar boa fé e colaboração?", questionou.
Crédito:Reprodução Cláudia Cruz é acusada de lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Segundo a Folha de S.Paulo , as autoridades fizeram o alerta em um parecer enviado à Justiça na última segunda-feira (15/8). "Existe real possibilidade de Cláudia Cruz e/ou seus familiares manterem outras contas bancárias no exterior, havendo risco concreto de eventual fuga e utilização de ativos secretos ainda não bloqueados caso o passaporte seja devolvido", afirmaram. Cláudia é acusada de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Suspeita-se que a jornalista tenha sido favorecida de parte da propina de US$ 1,5 milhão que Cunha teria recebido em um contrato da Petrobras.
A mulher de Cunha teria usado o dinheiro para comprar bens luxuosos. Ela e o marido negam as irregularidades e defendem que seus rendimentos são lícitos, originados de investimentos e aplicações financeiras.
O advogado da jornalista, Pierpaolo Cruz Bottini, disse que a afirmação do MPF é "descabida". "Cláudia se apresentou espontaneamente às autoridades, prestou depoimentos, declarou seus bens no exterior e entregou voluntariamente seu passaporte. O que mais é necessário fazer para demonstrar boa fé e colaboração?", questionou.





