Presidente do "Libération" pede demissão em meio à crise interna do jornal
Em meio à crise entre acionistas e a redação do jornal francês Libération, o diretor da publicação, Nicolas Demorand, anunciou, nesta quinta-feira (13/2), demissão do cargo.
Atualizado em 13/02/2014 às 16:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
acionistas e a redação do jornal francês Libération , o diretor da publicação, Nicolas Demorand, anunciou, nesta quinta-feira (13/2), demissão do cargo.
"Minha decisão está, antes de mais nada, ditada pela situação dos últimos dias. O Liberation vive atualmente uma crise aberta, eu cristalizo parte dos debates e considero que minha responsabilidade como chefe é dar margens de manobra e de negociação às distintas partes", afirmou Demorand ao e Monde.
Crédito:Reprodução Presidente do jornal pediu demissão durante crise interna
Segundo AFP, o Libération enfrenta uma grave crise financeira, que o levou a ser vendido a um grupo de acionistas com propostas de reformulação do jornal. O projeto previa uma transformação física na sede, onde surgiria um espaço cultural, uma área de conferências com estúdios de televisão, uma rádio, uma redação digital, um restaurante, um bar e uma incubadora de start ups.
A redação do jornal de esquerda, fundado em 1973 pelo filósofo Jean-Paul Sartre, não aceita a ideia e vive em crise com os novos acionistas publicamente. No último sábado (8/2), os jornalistas usaram a capa do Libération para se manifestar: "Somos um jornal. Não somos um restaurante, uma rede social, um espaço cultural...", dizia a manchete.
"Minha decisão está, antes de mais nada, ditada pela situação dos últimos dias. O Liberation vive atualmente uma crise aberta, eu cristalizo parte dos debates e considero que minha responsabilidade como chefe é dar margens de manobra e de negociação às distintas partes", afirmou Demorand ao e Monde.
Crédito:Reprodução Presidente do jornal pediu demissão durante crise interna
Segundo AFP, o Libération enfrenta uma grave crise financeira, que o levou a ser vendido a um grupo de acionistas com propostas de reformulação do jornal. O projeto previa uma transformação física na sede, onde surgiria um espaço cultural, uma área de conferências com estúdios de televisão, uma rádio, uma redação digital, um restaurante, um bar e uma incubadora de start ups.
A redação do jornal de esquerda, fundado em 1973 pelo filósofo Jean-Paul Sartre, não aceita a ideia e vive em crise com os novos acionistas publicamente. No último sábado (8/2), os jornalistas usaram a capa do Libération para se manifestar: "Somos um jornal. Não somos um restaurante, uma rede social, um espaço cultural...", dizia a manchete.





