Presidente da Ucrânia condena vazamento de dados de jornalistas
Nesta sexta-feira (3/6), o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, condenou a divulgação de nomes e informações pessoais de milhares d
Atualizado em 03/06/2016 às 15:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta sexta-feira (3/6), o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, condenou a divulgação de nomes e informações pessoais de , em maio, por um site chamado Myrotvorets. Seis brasileiros aparecem na lista.
Crédito:Wikimedia commons Presidente ucraniano mandou investigar dados de jornalistas divulgados por hackers
Segundo AP, Poroshenko disse que a ação dos hackers foi um “grande erro” e solicitou que se instaure uma investigação sobre o caso. No mesmo discurso, apesar do aparente tom de preocupação com os comunicadores, o presidente pediu que os jornalistas não escrevam artigos negativos sobre o governo e ressaltou que na lista existem profissionais russos que fizeram “coisas criminosas”.
Outras autoridades ucranianas, a exemplo do ministro do Interior, se manifestaram a favor da publicação e, inclusive, parabenizaram o site pelo feito. Os hackers, que teriam ligação com o governo da Ucrânia, também se pronunciaram dizendo que o vazamento foi necessário “porque esses jornalistas colaboram com organizações terroristas”.
A lista expôs cerca de 4.500 comunicadores de diversas partes do mundo e colocou em risco a segurança de cada um deles. Vários têm relatado que vem sofrendo ameaças através de ligações e e-mails.
Brasileiros na lista
Crédito:Reprodução Brasileiros tiveram dados pessoas expostos por site ucraniano
Entre os muitos jornalistas que foram expostos com a publicação, estão seis são brasileiros. São eles Leandro Colon, da Folha de S.Paulo , Andrei Netto, d' O Estado de S. Paulo , Sandro Fernandes, colaborador do site Opera Mundi na Rússia, Maurício Lima, credenciado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Yan Boechat e Patrick Muzart, da IstoÉ .
Crédito:Wikimedia commons Presidente ucraniano mandou investigar dados de jornalistas divulgados por hackers
Segundo AP, Poroshenko disse que a ação dos hackers foi um “grande erro” e solicitou que se instaure uma investigação sobre o caso. No mesmo discurso, apesar do aparente tom de preocupação com os comunicadores, o presidente pediu que os jornalistas não escrevam artigos negativos sobre o governo e ressaltou que na lista existem profissionais russos que fizeram “coisas criminosas”.
Outras autoridades ucranianas, a exemplo do ministro do Interior, se manifestaram a favor da publicação e, inclusive, parabenizaram o site pelo feito. Os hackers, que teriam ligação com o governo da Ucrânia, também se pronunciaram dizendo que o vazamento foi necessário “porque esses jornalistas colaboram com organizações terroristas”.
A lista expôs cerca de 4.500 comunicadores de diversas partes do mundo e colocou em risco a segurança de cada um deles. Vários têm relatado que vem sofrendo ameaças através de ligações e e-mails.
Brasileiros na lista
Crédito:Reprodução Brasileiros tiveram dados pessoas expostos por site ucraniano
Entre os muitos jornalistas que foram expostos com a publicação, estão seis são brasileiros. São eles Leandro Colon, da Folha de S.Paulo , Andrei Netto, d' O Estado de S. Paulo , Sandro Fernandes, colaborador do site Opera Mundi na Rússia, Maurício Lima, credenciado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Yan Boechat e Patrick Muzart, da IstoÉ .





