o editor Lourenço Vicente Martins, do jornal Timor Post , serão julgados por terem publicado uma reportagem crítica ao primeiro-ministro do Timor-Leste, Rui Maria Araujo, no ano passado. Eles podem ficar até três anos presos.
Crédito:Arquivo Pessoal
De acordo com a Folha de S.Paulo , os dois são acusados de difamação e calúnia pelo texto, em que relatam um suposto envolvimento do primeiro-ministro em contratos estatais na área de tecnologia da informação, em 2014, quando Araujo era conselheiro do Ministério das Finanças do país.
Os jornalistas informaram que uma empresa fornecedora havia sido indicada pelo primeiro-ministro antes mesmo da licitação ocorrer. No entanto, a própria companhia havia vencido a licitação. O jornal reconheceu o erro e dedicou uma página à versão de Araujo.
Depois da falha na reportagem, o editor foi demitido. Em seu lugar, a jornalista Santina da Costa, afirmou que os repórteres não devem responder criminalmente por erros cometido no exercício de sua profissão.
Grupos como o Comitê de Proteção a Jornalistas e a Federação Internacional de Jornalistas pediram que Araujo desista da ação. Em carta enviada em julho, as entidades qualificaram o episódio como um “ataque à liberdade de expressão” e frisaram que “perseguições criminais a jornalistas não serão toleradas”.
Crédito:Arquivo Pessoal
De acordo com a Folha de S.Paulo , os dois são acusados de difamação e calúnia pelo texto, em que relatam um suposto envolvimento do primeiro-ministro em contratos estatais na área de tecnologia da informação, em 2014, quando Araujo era conselheiro do Ministério das Finanças do país.
Os jornalistas informaram que uma empresa fornecedora havia sido indicada pelo primeiro-ministro antes mesmo da licitação ocorrer. No entanto, a própria companhia havia vencido a licitação. O jornal reconheceu o erro e dedicou uma página à versão de Araujo.
Depois da falha na reportagem, o editor foi demitido. Em seu lugar, a jornalista Santina da Costa, afirmou que os repórteres não devem responder criminalmente por erros cometido no exercício de sua profissão.
Grupos como o Comitê de Proteção a Jornalistas e a Federação Internacional de Jornalistas pediram que Araujo desista da ação. Em carta enviada em julho, as entidades qualificaram o episódio como um “ataque à liberdade de expressão” e frisaram que “perseguições criminais a jornalistas não serão toleradas”.

