Por condições justas de trabalho, mais de mil funcionários do New York Times fazem paralisação de um dia

Mais de 1.100 funcionários sindicalizados do New York Times fizeram uma paralisação de um dia nesta quinta-feira (9 dez/22). Em comunic

Atualizado em 09/12/2022 às 10:12, por Redação Portal IMPRENSA.

Mais de 1.100 funcionários sindicalizados do New York Times fizeram uma paralisação de um dia nesta quinta-feira (9 dez/22). Em comunicado, o sindicato NewsGuild, que representa a maior parte dos profissionais, afirmou que o jornal "falha em negociar de boa fé" prazos para os contratos dos funcionários.
De acordo com a Reuters, esta é a primeira paralisação de 24 horas por funcionários do jornal desde o início dos anos 1980. A iniciativa ocorre em meio ao fortalecimento de movimentos trabalhistas nos Estados Unidos, com funcionários de gigantes como Amazon, Starbucks e Apple organizando-se para combater práticas trabalhistas injustas e um modelo exploratório de mão-de-obra. Crédito: Reprodução No caso do New Tork Times, representantes dos funcionários alegaram que queriam chegar a um acordo justo, mas os profissionais do veículo abortaram as negociações cinco horas antes do prazo final.
Em comunicado, o jornal chamou a paralisação de 24 horas de "atitude extrema" e afirmou que não há impasse com os funcionários.
Greves em outras redações dos EUA

Jornalistas e demais funcionários de outras empresas de notícias dos EUA também estão em greve. Segundo a Reuters, paralisações estão afetando o Pittsburgh Post-Gazette e o Fort Worth Star-Telegram.
No mês passado, mais de 200 jornalistas de 14 meios de comunicação, incluindo o Desert Sun na Califórnia e o Asbury Park Press de Nova Jersey, fizeram uma greve de um dia.
Já em agosto, cerca de 300 jornalistas da própria Thomson Reuters nos EUA fizeram uma greve de 24 horas durante a negociação de um novo modelo de contrato de três anos.