Polícia faz busca em casas de jornalistas acusados de insultar presidente na Turquia
Aytekin Gezici e Abdullah Özyurt receberam a visita dos agentes policiais nesta quarta-feira (18/3).
Atualizado em 18/03/2015 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Aytekin Gezici e Abdullah Özyurt, dois jornalistas acusados de insultar o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, tiveram as casas revistadas pela polícia nesta quarta-feira (18/3). Os profissionais não receberam ordem de prisão.
Segundo o portal turco Cihan, publicar insultos ao presidente da Turquia é crime previsto pela legislação do país. Os dois jornalistas afirmam que apenas postaram críticas a Erdogan em suas redes sociais e que a busca em suas casas é "contra a lei".
"A democracia tem se deteriorado no nosso país a cada dia. As pessoas não podem mais expressar suas opiniões. Eles [governo] tentam oprimir e assustar as pessoas com esse tipo de ação", declarou Özyurt. A polícia ainda apreendeu os telefones celulares dos dois jornalistas.
Yusuf Özer, advogado de Gezici, chegou a considerar a possibilidade de que a polícia tenha plantado provas contra os profissionais durante as buscas em suas casas. "Como advogado, pedi ao meu cliente que deixasse sua casa e ele saiu do apartamento [no momento das buscas]. Nós não sabemos que tipo de procedimentos eles fizeram lá dentro. Nós não vamos assinar nenhum papel e não reconhecemos essa ilegalidade", disse.
Segundo o portal turco Cihan, publicar insultos ao presidente da Turquia é crime previsto pela legislação do país. Os dois jornalistas afirmam que apenas postaram críticas a Erdogan em suas redes sociais e que a busca em suas casas é "contra a lei".
"A democracia tem se deteriorado no nosso país a cada dia. As pessoas não podem mais expressar suas opiniões. Eles [governo] tentam oprimir e assustar as pessoas com esse tipo de ação", declarou Özyurt. A polícia ainda apreendeu os telefones celulares dos dois jornalistas.
Yusuf Özer, advogado de Gezici, chegou a considerar a possibilidade de que a polícia tenha plantado provas contra os profissionais durante as buscas em suas casas. "Como advogado, pedi ao meu cliente que deixasse sua casa e ele saiu do apartamento [no momento das buscas]. Nós não sabemos que tipo de procedimentos eles fizeram lá dentro. Nós não vamos assinar nenhum papel e não reconhecemos essa ilegalidade", disse.





