Plataforma com apoio da Unesco monitora ataques à imprensa na África
Em meio a ondas de autoritarismo e crises de segurança pública, especialmente em países da África Oriental, o continente africano é, segundoa Repórteres Sem Fronteiras (RSF), o mais violento do mundo para jornalistas.
Atualizado em 06/07/2022 às 18:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Além de atentados e violências físicas, os profissionais de imprensa são vítimas de prisões arbitrárias.
A instabilidade política, muitas vezes resultante de golpes de Estado, como os que ocorreram em 2021 no Sudão, Mali e Guiné, quase sempre é um ingrediente para a formação de panoramas de repressão generalizada a trabalhadores de meios de comunicação. Crédito: Reprodução DW Além de alvos de governos ditatoriais e autocráticos, os jornalistas muitas vezes estão na mira de grupos criminosos armados, que procuram controlar o fluxo de informação em regiões que sofrem com violência e conflito.
Plataforma Digital para Segurança dos Jornalistas
Apresentando-se como uma rede global de defesa da liberdade de imprensa, o International Press Institute (IPI) anunciou uma iniciativa com o objetivo de promover a segurança de jornalistas e profissionais de mídia no continente africano.
Em conjunto com ONGs e associações representativas de veículos de imprensa africanos, a instituição criou a Plataforma Digital para a Segurança dos Jornalistas, que tem apoio do Programa Multidoadores da UNESCO sobre Liberdade de Expressão e Segurança de Jornalistas.
A plataforma é gerida por um Comité com 5 representantes do setor de comunicação africano, incluindo profissionais do Fórum Africano de Editores (TAEF), da Federação de Jornalistas Africanos (FAJ) e da ONG de defesa de direitos humanos Artigo 19.
A ideia da plataforma é aumentar a capacidade de monitorar e recolher dados sobre violações da liberdade de imprensa na África, promover iniciativas de prevenção a violações contra jornalistas e fornecer informações que ajudem no julgamento dos autores de crimes contra jornalistas na África.
Presidente do TAEF, Jovial Ranato, agradeceu a parceria. "Ela foi concebida para proteger os jornalistas africanos e melhorar liberdade de imprensa no continente.”
Lydia Gachungi, que trabalha no escritório da UNESCO em Adis Abeba, capital da Etiópia, e é assessora regional para segurança de jornalistas, ressaltou que o órgão está comprometido com a defesa e proteção do jornalismo e dos jornalistas.
A instabilidade política, muitas vezes resultante de golpes de Estado, como os que ocorreram em 2021 no Sudão, Mali e Guiné, quase sempre é um ingrediente para a formação de panoramas de repressão generalizada a trabalhadores de meios de comunicação. Crédito: Reprodução DW Além de alvos de governos ditatoriais e autocráticos, os jornalistas muitas vezes estão na mira de grupos criminosos armados, que procuram controlar o fluxo de informação em regiões que sofrem com violência e conflito.
Plataforma Digital para Segurança dos Jornalistas
Apresentando-se como uma rede global de defesa da liberdade de imprensa, o International Press Institute (IPI) anunciou uma iniciativa com o objetivo de promover a segurança de jornalistas e profissionais de mídia no continente africano.
Em conjunto com ONGs e associações representativas de veículos de imprensa africanos, a instituição criou a Plataforma Digital para a Segurança dos Jornalistas, que tem apoio do Programa Multidoadores da UNESCO sobre Liberdade de Expressão e Segurança de Jornalistas.
A plataforma é gerida por um Comité com 5 representantes do setor de comunicação africano, incluindo profissionais do Fórum Africano de Editores (TAEF), da Federação de Jornalistas Africanos (FAJ) e da ONG de defesa de direitos humanos Artigo 19.
A ideia da plataforma é aumentar a capacidade de monitorar e recolher dados sobre violações da liberdade de imprensa na África, promover iniciativas de prevenção a violações contra jornalistas e fornecer informações que ajudem no julgamento dos autores de crimes contra jornalistas na África.
Presidente do TAEF, Jovial Ranato, agradeceu a parceria. "Ela foi concebida para proteger os jornalistas africanos e melhorar liberdade de imprensa no continente.”
Lydia Gachungi, que trabalha no escritório da UNESCO em Adis Abeba, capital da Etiópia, e é assessora regional para segurança de jornalistas, ressaltou que o órgão está comprometido com a defesa e proteção do jornalismo e dos jornalistas.





