Planalto não explica exclusão da Folha na cobertura de jantar entre Bolsonaro e Trump
Alvo de críticas e ataques do governo, a Folha de S.Paulo foi excluída da cobertura do jantar entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, na noite de sábado (07/03), na Flórida.
Atualizado em 09/03/2020 às 12:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Tom Brenner/Reuters
Entre os veículos escolhidos pela equipe de Bolsonaro estavam as emissoras de TV Globo, Record, Band, EBC e SBT, as agências de notícia Bloomberg, Reuters e AFP, a rádio Jovem Pan, os portais BBC Brasil e Metrópoles e os jornais O Globo e O Estado de S. Paulo. Tanto a Record quanto a EBC puderam levar dois profissionais
Dos veículos brasileiros que possuem correspondentes nos EUA, somente a Folha ficou de fora do grupo.
Questionados pela BBC News Brasil, na noite de sexta-feira (06/03), nem o Itamaraty, nem a Secretaria de Comunicação informaram quais critérios foram adotados para incluir ou não um profissional na cobertura do jantar, mas adicionaram o nome da repórter da BBC ao grupo, que tinha ficado de fora.
A Secretaria de Comunicação ofereceu diferentes explicações sobre a exclusão da Folha, entre elas a de que apenas veículos com cobertura diária do Palácio do Planalto estariam no grupo, mas a Folha tem ao menos dois correspondentes de Planalto.
Depois, disseram que foram incluídos aqueles profissionais que enviaram mais rápido os dados pedidos pela segurança americana, mas nem a repórter da Folha, nem a da BBC foram contatadas para fazê-lo.
Em nota, a Folha afirmou que "a Presidência mais uma vez discrimina a Folha, o que já se tornou método de perseguição".
Entre os veículos escolhidos pela equipe de Bolsonaro estavam as emissoras de TV Globo, Record, Band, EBC e SBT, as agências de notícia Bloomberg, Reuters e AFP, a rádio Jovem Pan, os portais BBC Brasil e Metrópoles e os jornais O Globo e O Estado de S. Paulo. Tanto a Record quanto a EBC puderam levar dois profissionais
Dos veículos brasileiros que possuem correspondentes nos EUA, somente a Folha ficou de fora do grupo.
Questionados pela BBC News Brasil, na noite de sexta-feira (06/03), nem o Itamaraty, nem a Secretaria de Comunicação informaram quais critérios foram adotados para incluir ou não um profissional na cobertura do jantar, mas adicionaram o nome da repórter da BBC ao grupo, que tinha ficado de fora.
A Secretaria de Comunicação ofereceu diferentes explicações sobre a exclusão da Folha, entre elas a de que apenas veículos com cobertura diária do Palácio do Planalto estariam no grupo, mas a Folha tem ao menos dois correspondentes de Planalto.
Depois, disseram que foram incluídos aqueles profissionais que enviaram mais rápido os dados pedidos pela segurança americana, mas nem a repórter da Folha, nem a da BBC foram contatadas para fazê-lo.
Em nota, a Folha afirmou que "a Presidência mais uma vez discrimina a Folha, o que já se tornou método de perseguição".





