Peter Greste diz que lutará pela soltura dos outros repórteres da Al-Jazeera

Libertado no último domingo após 400 dias detido no Egito, o jornalista australiano da Al-Jazeera, Peter Greste, lutará para que seus dois colegas, condenados por "apoiar" a Irmandade Muçulmana também, sejam colocados em libedade, informou sua família.

Atualizado em 02/02/2015 às 12:02, por Redação Portal IMPRENSA.

após 400 dias detido no Egito, o jornalista australiano da Al-Jazeera, Peter Greste, lutará para que seus dois colegas, condenados por "apoiar" a Irmandade Muçulmana também, sejam colocados em libedade, informou sua família.


Crédito:Reprodução Emissora aguarda a libertação de seus outros jornalistas

Segundo AFP, a emissora qtariana comemorou a libertação do repórter australiano, mas pediu a libertação dos outros jornalistas detidos no Egito. "Estamos felizes de que Peter e sua família possam estar reunidos. Não estaremos tranquilos até que Baher (Mohamed) e Mohamed (Fahmi) também sejam libertados", disse Mostefa Souag, diretor geral interino da Al-Jazeera Media Network.


Após o anúncio de libertação de Greste, o governo canadense anunciou esperar a pronta liberação do jornalista egípcio-canadense Mohamed Fahmy.


Os dois jornalistas foram presos em plena crise entre o Egito e o Catar, após a destituição de Mursi em um movimento liderado pelo ex-comandante do exército e atual presidente, Abdel Fatah al-Sissi. Quando foram detidos num quarto de hotel, eles não tinham a credencial obrigatória para jornalistas. Ambos foram condenados, em junho de 2014, a penas entre sete e dez anos de prisão.


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