Um estudo da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) e da ONG Human Rights Watch apontou que a espionagem realizada pelos serviços de inteligência americanos afeta a liberdade de imprensa e a democracia.
Crédito:Reprodução Jornalista têm tomado medidas para se proteger de espionagem da NSA
De acordo com AFP, a . A organização, considerada a maior voltada para os direitos civis nos Estados Unidos, concluiu que os programas de vigilância criados para evitar atentados interferiram na liberdade de imprensa, no direito do público à informação e de obter ajuda jurídica.
"O trabalho dos jornalistas e dos advogados está no coração de nossa democracia. Quando seu trabalho se vê afetado, nós também somos afetados. Os EUA se apresentam como modelo da liberdade e do comércio, mas seus próprios programas ameaçam os valores que acreditam defender", disse o autor do levantamento Alex Sinha.
Os profissionais de imprensa consultados disseram que os vazamentos do ex-analista da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA), Edward Snowden, geraram temor entre as fontes de informação que agora ficam em dúvida para fornecê-las.
A pesquisa apontou ainda que, cada vez mais, os jornalistas usam técnicas elaboradas para codificar suas mensagens e alguns apenas se comunicam por telefones pré-pagos e evitam o uso da internet. Além disso, um grupo composto por 42 advogados revelou usar técnicas semelhantes a dos jornalistas para evitar a espionagem.
"Houve oito casos penais contra fontes (durante o governo Barack Obama) contra três anteriores, e isso não passou despercebido entre nós e nossas fontes", ponderou Charlie Savage, do New York Times.
Crédito:Reprodução Jornalista têm tomado medidas para se proteger de espionagem da NSA
De acordo com AFP, a . A organização, considerada a maior voltada para os direitos civis nos Estados Unidos, concluiu que os programas de vigilância criados para evitar atentados interferiram na liberdade de imprensa, no direito do público à informação e de obter ajuda jurídica.
"O trabalho dos jornalistas e dos advogados está no coração de nossa democracia. Quando seu trabalho se vê afetado, nós também somos afetados. Os EUA se apresentam como modelo da liberdade e do comércio, mas seus próprios programas ameaçam os valores que acreditam defender", disse o autor do levantamento Alex Sinha.
Os profissionais de imprensa consultados disseram que os vazamentos do ex-analista da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA), Edward Snowden, geraram temor entre as fontes de informação que agora ficam em dúvida para fornecê-las.
A pesquisa apontou ainda que, cada vez mais, os jornalistas usam técnicas elaboradas para codificar suas mensagens e alguns apenas se comunicam por telefones pré-pagos e evitam o uso da internet. Além disso, um grupo composto por 42 advogados revelou usar técnicas semelhantes a dos jornalistas para evitar a espionagem.
"Houve oito casos penais contra fontes (durante o governo Barack Obama) contra três anteriores, e isso não passou despercebido entre nós e nossas fontes", ponderou Charlie Savage, do New York Times.

