Parlamento Europeu concede prêmio de liberdade de pensamento a jornalista cubano
Parlamento Europeu concede prêmio de liberdade de pensamento a jornalista cubano
Atualizado em 21/10/2010 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Parlamento Europeu concedeu ao jornalista e dissidente cubano Guillermo Farinas o Prêmio Sakharov 2010 de liberdade de pensamento. Esta é a terceira vez que a entidade concede o prêmio à oposição cubana.
Segundo o portal Folha.com, os ministros europeus se reunirão na próxima segunda-feira (25) para revisar a Posição Comum em Cuba, um documento que condiciona as relações entre União Europeia (UE) e Havana sobre avanços nos direitos humanos e democracia na ilha.
O jornalista cubano havia feito greve de fome e sede para protestar pela libertação de presos políticos no país. Fariñas permaneceu durante 135 dias sem ingerir alimentos, e só encerraria a manifestação após a libertação de 25 enfermos. Em julho, o governo prometeu libertar 52 dissidentes nos próximos meses, depois de negociações entre o presidente Raúl Castro e o arcebispo Ortega, iniciadas em maio.
O dissidente chegou a afirmar que, caso morresse em decorrência da greve de fome, os responsáveis seriam Fidel e Raúl Castro. Até mesmo a blogueira cubana e colunista da Revista IMPRENSA Yoani Sanchéz fez apelos para que Fariñas interrompesse o protesto, por conta de seu estado de saúde. No final de junho, o jornalista foi diagnosticado com um coágulo na jugular que o colocava em risco de morte.
Na última quinta-feira (14), o governo de Cuba libertou o 17º jornalista detido em Havana. Ao todo, foram soltos 39 presos políticos.
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Segundo o portal Folha.com, os ministros europeus se reunirão na próxima segunda-feira (25) para revisar a Posição Comum em Cuba, um documento que condiciona as relações entre União Europeia (UE) e Havana sobre avanços nos direitos humanos e democracia na ilha.
O jornalista cubano havia feito greve de fome e sede para protestar pela libertação de presos políticos no país. Fariñas permaneceu durante 135 dias sem ingerir alimentos, e só encerraria a manifestação após a libertação de 25 enfermos. Em julho, o governo prometeu libertar 52 dissidentes nos próximos meses, depois de negociações entre o presidente Raúl Castro e o arcebispo Ortega, iniciadas em maio.
O dissidente chegou a afirmar que, caso morresse em decorrência da greve de fome, os responsáveis seriam Fidel e Raúl Castro. Até mesmo a blogueira cubana e colunista da Revista IMPRENSA Yoani Sanchéz fez apelos para que Fariñas interrompesse o protesto, por conta de seu estado de saúde. No final de junho, o jornalista foi diagnosticado com um coágulo na jugular que o colocava em risco de morte.
Na última quinta-feira (14), o governo de Cuba libertou o 17º jornalista detido em Havana. Ao todo, foram soltos 39 presos políticos.
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