Pais de jornalista morto pelo Estado Islâmico criticam governo e imprensa dos EUA
Segundo John e Diane Foley, o governo norte-americano foi omisso com relação ao sequestro do jornalista James Foley.
Atualizado em 27/02/2015 às 16:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quinta-feira (26/2), em um debate realizado na Universidade do Arizona, dos EUA, os pais do jornalista James Foley criticaram o governo norte-americano e também a imprensa do país. De acordo com John e Diane Foley, cujo filho foi o primeiro a ser decapitado em vídeo pelo Estado Islâmico, a Casa Branca foi omissa em relação ao seu resgate.
Crédito:Reprodução Pais de James Foley culpam Casa Branca pela morte do filho
Segundo a Associated Press, o casal afirmou que o governo dos EUA não ofereceu apoio necessário enquanto Foley ainda era refém do grupo radical islâmico. Além disso, argumentaram que a política da Casa Branca de não negociar com terroristas é uma maneira de "evitar ter que responder perguntas da família sobre a situação de seus entes queridos".
"Por um ano, nós sequer sabíamos onde ele estava ou se sequer estava vivo", disse John Foley, seguido por sua esposa: "Não havia ninguém [no governo] a quem pudéssemos recorrer para saber sobre Jim". Os pais do jornalista também criticaram o papel da imprensa que, segundo eles, deixou que o caso de seu filho caísse no esquecimento. "Éramos procurados enquanto a história era novidade; depois de um tempo, não davam sequer uma nota."
Crédito:Reprodução Pais de James Foley culpam Casa Branca pela morte do filho
Segundo a Associated Press, o casal afirmou que o governo dos EUA não ofereceu apoio necessário enquanto Foley ainda era refém do grupo radical islâmico. Além disso, argumentaram que a política da Casa Branca de não negociar com terroristas é uma maneira de "evitar ter que responder perguntas da família sobre a situação de seus entes queridos".
"Por um ano, nós sequer sabíamos onde ele estava ou se sequer estava vivo", disse John Foley, seguido por sua esposa: "Não havia ninguém [no governo] a quem pudéssemos recorrer para saber sobre Jim". Os pais do jornalista também criticaram o papel da imprensa que, segundo eles, deixou que o caso de seu filho caísse no esquecimento. "Éramos procurados enquanto a história era novidade; depois de um tempo, não davam sequer uma nota."





