Órgão regulador de mídia chinês pede reformulação de jornal após falsas denúncias

O órgão regulador da imprensa na província chinesa de Cantão apontou que o diário Modern Express publicou “numerosas informações incorretas” sobre uma empresa do país e que a direção do veículo foi “caótica”.

Atualizado em 01/11/2013 às 18:11, por Redação Portal IMPRENSA.

na província chinesa de Cantão apontou que o diário Modern Express publicou “numerosas informações incorretas” sobre uma empresa do país e que a direção do veículo foi “caótica”. Diante do fato, a entidade pede que a publicação passe por uma reformulação, especialmente, após um de seus repórteres ser detido em meio ao escândalo.
Crédito:Reprodução Órgão de regulação da imprensa quer reformulação do jornal após o escândalo
De acordo com o El Diario , no mês passado, o jornalista Chen Yongzhou foi preso após publicar matérias difamatórias sobre a empresa Zoomlion, cuja sede fica na província de Hunan, mesmo local em que o repórter foi detido.
Através de um comunicado, o órgão regulador apontou que “as investigações preliminares mostram que o Modern Express publicou numerosas informações incorretas sobre a Zoomlion entre setembro de 2012 e agosto de 2013”.
O Modern Express chegou a lançar uma campanha em favor de seu repórter e publicou um editorial de página inteira pedindo a libertação de Yongzhou. Entretanto, dias depois, uma emissora de TV exibiu uma confissão pública em que o jornalista admite ter recebido subornos de um intermediário para publicar informações falsas sobre a Zoomlion.


O órgão exige que a empresa proprietária do veículo, Yangcheng Evening News Group, retire a credencial do jornalista envolvido no escândalo, bem como reorganize a direção do diário imediatamente.

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