Opinião: “Fazer mais do mesmo ou empreender na comunicação?”, por Laura Maria Gluer
O momento é promissor para empreender na comunicação. Mas antes de achar que estou delirando, leia este texto até o fim.
Atualizado em 13/12/2017 às 10:12, por
Laura Maria Gluer.
Crédito:Divulgação O momento é promissor para empreender na comunicação. Mas antes de achar que estou delirando, leia este texto até o fim.
O contexto é favorável para empreender em novas frentes, conteúdos e formatos diferenciados. Encontrar nichos, buscar públicos de interesse e produzir conteúdo relevante para essas pessoas.
O momento não é promissor, entretanto, para fazer mais do mesmo. Para trabalhar nos velhos formatos da comunicação. Isso se aplica à mídia e também a atividades como a assessoria de comunicação.
O comunicador-empreendedor é definido como um profissional com forte perfil de inovação, que é dono do seu próprio negócio ou atua em uma organização (sim, ele pode ser um funcionário empreendedor). Esse profissional deve ter independência, capacidade de assumir riscos calculados, possuir iniciativa e uma boa dose de dedicação e comprometimento.
Para empreender, o comunicador-empreendedor precisa inicialmente se conhecer. Identificar uma especialidade, estabelecer um foco de atuação. Se for atuar em um segmento mais generalista, buscar a diferenciação.
Arregaçar as mangas e colocar o projeto em prática é o passo seguinte. No atual cenário, não há muito tempo para planejar e executar. As coisas acontecem quase de forma simultânea.
Por que estou falando sobre este tema no meu último texto para o Portal Imprensa em 2017? Porque a vida me obrigou a empreender. E reencontrei, depois de anos como professora universitária, a energia para ser novamente empreendedora na comunicação, criando uma plataforma de conteúdos sobre um tema que me dá prazer e que, cada vez mais, desejo me focar - o café e sua relação com o tempo e a vida.
Se eu fui capaz de me pivotar para empreender aos 45 anos de idade - quase 20 de carreira - o que dizer de um jovem comunicador que está saindo com o conhecimento renovado da faculdade e que já nasceu neste ambiente de tecnologia e inovação? Por isso estou otimista em relação a ser este um bom momento para empreender na comunicação.
Que possamos ter um 2018 de novos negócios na comunicação e de crescimento e desenvolvimento. Inovando e empreendendo, sempre.
* é jornalista, especialista em Comunicação Organizacional, mestre e doutora em Comunicação. Assessora de Comunicação e Consultora em Crises de Imagem há mais de 20 anos, autora do livro Assessoria não é Acessório. Docente universitária e empresária, ministra cursos e treinamentos livres e in company na área de Comunicação, Crises de Imagem e Gestão do Tempo há mais de 15 anos. Seu mais novo empreendimento é a plataforma de conteúdos Café Combustível, que reúne diferentes canais para tratar do tema café e gestão do tempo.

O contexto é favorável para empreender em novas frentes, conteúdos e formatos diferenciados. Encontrar nichos, buscar públicos de interesse e produzir conteúdo relevante para essas pessoas.
O momento não é promissor, entretanto, para fazer mais do mesmo. Para trabalhar nos velhos formatos da comunicação. Isso se aplica à mídia e também a atividades como a assessoria de comunicação.
O comunicador-empreendedor é definido como um profissional com forte perfil de inovação, que é dono do seu próprio negócio ou atua em uma organização (sim, ele pode ser um funcionário empreendedor). Esse profissional deve ter independência, capacidade de assumir riscos calculados, possuir iniciativa e uma boa dose de dedicação e comprometimento.
Para empreender, o comunicador-empreendedor precisa inicialmente se conhecer. Identificar uma especialidade, estabelecer um foco de atuação. Se for atuar em um segmento mais generalista, buscar a diferenciação.
Arregaçar as mangas e colocar o projeto em prática é o passo seguinte. No atual cenário, não há muito tempo para planejar e executar. As coisas acontecem quase de forma simultânea.
Por que estou falando sobre este tema no meu último texto para o Portal Imprensa em 2017? Porque a vida me obrigou a empreender. E reencontrei, depois de anos como professora universitária, a energia para ser novamente empreendedora na comunicação, criando uma plataforma de conteúdos sobre um tema que me dá prazer e que, cada vez mais, desejo me focar - o café e sua relação com o tempo e a vida.
Se eu fui capaz de me pivotar para empreender aos 45 anos de idade - quase 20 de carreira - o que dizer de um jovem comunicador que está saindo com o conhecimento renovado da faculdade e que já nasceu neste ambiente de tecnologia e inovação? Por isso estou otimista em relação a ser este um bom momento para empreender na comunicação.
Que possamos ter um 2018 de novos negócios na comunicação e de crescimento e desenvolvimento. Inovando e empreendendo, sempre.
* é jornalista, especialista em Comunicação Organizacional, mestre e doutora em Comunicação. Assessora de Comunicação e Consultora em Crises de Imagem há mais de 20 anos, autora do livro Assessoria não é Acessório. Docente universitária e empresária, ministra cursos e treinamentos livres e in company na área de Comunicação, Crises de Imagem e Gestão do Tempo há mais de 15 anos. Seu mais novo empreendimento é a plataforma de conteúdos Café Combustível, que reúne diferentes canais para tratar do tema café e gestão do tempo.






