OAB envia ofício ao Equador em defesa de jornalista presa durante manifestação

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, encaminhou dois ofícios ao governo do Equador no último domingo (16/8), nos quais critica a prisão da jornalista , detida desde quinta-feira (13/8) quando participava de uma manifestação em Quito.

Atualizado em 17/08/2015 às 14:08, por Redação Portal IMPRENSA.



Crédito:Divulgação OAB defende libertação de jornalista brasileira no Equador
Segundo a Folhapress, os textos foram encaminhados ao presidente do Colégio de Advogados de Pichincha, José Alomía Rodriguèz, e ao embaixador Fernando Simas Magalhães, da Embaixada do Brasil em Quito. Nos documentos, Coêlho critica a detenção da jornalista e ressalta a falta de respeito aos direitos fundamentais da jornalista.

"Manuela Lavinas Picq foi presa de forma arbitrária e exposta a tratamentos que constituem violações dos direitos humanos, bem como a desobservância aos direitos fundamentais à ampla defesa e ao acesso aos seus advogados. Medidas cabíveis devem ser tomadas, com a urgência possível, em auxilio à cidadã brasileira", diz trecho do ofício.

Presa desde a última quinta, a jornalista franco-brasileira será julgada nesta segunda (17/8) por permanência irregular no Equador. O visto dela foi cassado na sexta (14/8) depois de participação em um ato contra o governo.