“NYT” publica anúncio da Venezuela questionando sanções impostas pelos EUA
O jornal americano The New York Times publicou nesta terça-feira (17/3) um anúncio de página intitulado "Carta ao povo dos Es
Atualizado em 17/03/2015 às 12:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornal americano The New York Times publicou nesta terça-feira (17/3) um anúncio de página intitulado "Carta ao povo dos Estados Unidos: a Venezuela não é uma ameaça", no qual critica as sanções impostas pelos EUA a autoridades venezuelanas na semana passada.
Crédito:Reprodução Jornal divulgou carta aberta do governo venezuelano para o povo dos EUA
O documento publicado no jornal afirma que a Venezuela é uma sociedade aberta, livre e independente. Também reforça que os povos dos dois países "sempre mantiveram relações pacíficas e respeitosas".
O anúncio relata como "desproporcional", "unilateral e agressiva" a ordem assinada por Barack Obama no último dia 9, a qual classifica a política na Venezuela como "ameaça extraordinária" à segurança dos EUA e impõe sanções a autoridades do país sul-americano.
"Nós não deixaremos que a nossa amizade com o povo dos Estados Unidos seja afetada por essa decisão sem sentido e sem embasamento do presidente Barack Obama", diz um trecho do anúncio.
Maduro havia acusado os EUA de mobilizarem uma campanha de "desestabilização de seu governo" e exigiu que a embaixada americana em Caracas reduza sua equipe.
Crédito:Reprodução Jornal divulgou carta aberta do governo venezuelano para o povo dos EUA
O documento publicado no jornal afirma que a Venezuela é uma sociedade aberta, livre e independente. Também reforça que os povos dos dois países "sempre mantiveram relações pacíficas e respeitosas".
O anúncio relata como "desproporcional", "unilateral e agressiva" a ordem assinada por Barack Obama no último dia 9, a qual classifica a política na Venezuela como "ameaça extraordinária" à segurança dos EUA e impõe sanções a autoridades do país sul-americano.
"Nós não deixaremos que a nossa amizade com o povo dos Estados Unidos seja afetada por essa decisão sem sentido e sem embasamento do presidente Barack Obama", diz um trecho do anúncio.
Maduro havia acusado os EUA de mobilizarem uma campanha de "desestabilização de seu governo" e exigiu que a embaixada americana em Caracas reduza sua equipe.





