“Nosso objetivo é posicionar a marca CartaCapital no mercado”, diz Manuela Carta
Em quase vinte anos de existência, a CartaCapital passa por sua terceira mudança e, segundo a publisher Manuela Carta, uma mudançaradical.
Atualizado em 06/05/2013 às 17:05, por
Luiz Gustavo Pacete.
existência, a CartaCapital passa por sua terceira mudança e, segundo a publisher Manuela Carta, uma mudança radical. A revista estreou o novo projeto gráfico no último fim de semana.
As mudanças vão muito além da parte estética. Englobam o conceito de revista mais “arejada” e com conteúdo ligado a estilo por meio da seção "QI", que será comandada pelo jornalista Nirlando Beirão.
Segundo Manuela, a presença de Mino Carta na implementação do projeto foi muito ativa. “O Mino é antenado e muito mais moderno do que muitos jovens”. As mudanças iniciaram com a chegada do empresário Eduardo Rocha Azevedo que, em 2011, comprou uma participação da empresa.
Com novos investimentos à vista, foi possível olhar com mais atenção para a marca, investir em pesquisa e chegar à conclusão de que a CartaCapital pode crescer entre o público jovem e o segmento feminino.
Em entrevista à IMPRENSA, Manuela Carta explica os principais pilares da mudança e destaca o objetivo da revista de, definitivamente, ser tratada como marca.
Divulgação Manuela Carta IMPRENSA – Quando a editora começou a idealizar um novo projeto? Manuela Carta – Em 2011, a CartaCapita l vendeu uma fatia para o Eduardo Rocha Azevedo, desde então, a gente ganhou um pouco mais de fôlego para fazer algumas coisas que não tínhamos conseguido até então. Olhar a marca com mais calma, criar um departamento de marketing. Antes, tínhamos que dar conta do arroz e feijão, botar a revista na rua, pagar gráfica, distribuidora, pagar salários cuidar para não atrasar assinatura. Não tínhamos essa grana extra.
As mudanças vão muito além da parte estética. Englobam o conceito de revista mais “arejada” e com conteúdo ligado a estilo por meio da seção "QI", que será comandada pelo jornalista Nirlando Beirão.
Segundo Manuela, a presença de Mino Carta na implementação do projeto foi muito ativa. “O Mino é antenado e muito mais moderno do que muitos jovens”. As mudanças iniciaram com a chegada do empresário Eduardo Rocha Azevedo que, em 2011, comprou uma participação da empresa.
Com novos investimentos à vista, foi possível olhar com mais atenção para a marca, investir em pesquisa e chegar à conclusão de que a CartaCapital pode crescer entre o público jovem e o segmento feminino.
Em entrevista à IMPRENSA, Manuela Carta explica os principais pilares da mudança e destaca o objetivo da revista de, definitivamente, ser tratada como marca.
Divulgação Manuela Carta IMPRENSA – Quando a editora começou a idealizar um novo projeto? Manuela Carta – Em 2011, a CartaCapita l vendeu uma fatia para o Eduardo Rocha Azevedo, desde então, a gente ganhou um pouco mais de fôlego para fazer algumas coisas que não tínhamos conseguido até então. Olhar a marca com mais calma, criar um departamento de marketing. Antes, tínhamos que dar conta do arroz e feijão, botar a revista na rua, pagar gráfica, distribuidora, pagar salários cuidar para não atrasar assinatura. Não tínhamos essa grana extra.





