Nicolás Maduro critica revista colombiana por charge sobre a Venezuela
Desenho de Vladimir Flórez, o Vladdo, foi acusado de ser "uma campanha midiática de manipulação, ódio e mentiras contra a Venezuela".
Atualizado em 18/02/2015 às 14:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, lançou duras críticas contra a revista colombiana Semana por conta de uma charge. O desenho, assinado pelo cartunista Vladdo, recria o escudo do governo venezuelano "antes e depois da revolução bolivariana".
Crédito:Divulgação Presidente criticou a charge que diz ser propaganda contra seu governo
Segundo a CNN, Maduro disse que a charge faz parte de "uma campanha midiática de manipulação, ódio e mentiras contra a Venezuela". O presidente apresentou a charge em rede nacional durante discurso transmitido pela TV no último sábado (14/2). Na ocasião, ele condenou a revista e o cartunista.
O autor da charge respondeu às críticas do presidente venezuelano. "Seria engraçado se não fosse pelo fato de que, em vez de resolver os problemas da Venezuela, o presidente dedique seu tempo para falar de uma caricatura e protestar por uma suposta conspiração. A qual é um produto de ficção, fruto de sua síndrome de perseguição", declarou. O governo da Colômbia não fez qualquer comentário sobre o caso.
Crédito:Divulgação Presidente criticou a charge que diz ser propaganda contra seu governo
Segundo a CNN, Maduro disse que a charge faz parte de "uma campanha midiática de manipulação, ódio e mentiras contra a Venezuela". O presidente apresentou a charge em rede nacional durante discurso transmitido pela TV no último sábado (14/2). Na ocasião, ele condenou a revista e o cartunista.
O autor da charge respondeu às críticas do presidente venezuelano. "Seria engraçado se não fosse pelo fato de que, em vez de resolver os problemas da Venezuela, o presidente dedique seu tempo para falar de uma caricatura e protestar por uma suposta conspiração. A qual é um produto de ficção, fruto de sua síndrome de perseguição", declarou. O governo da Colômbia não fez qualquer comentário sobre o caso.





