Neymar desiste de processar "Playboy" por capa com suposto affair
Diretor de redação da revista diz que houve acordo em conversa informal com a NR Sports, que cuida da imagem do jogador
Atualizado em 03/10/2014 às 15:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O atacante Neymar decidiu não dar continuidade ao processo contra a revista Playboy . Em junho deste ano, o jogador recorreu à Justiça para retirar das bancas os exemplares que traziam a modelo Patrícia Jordane, apontada como sua affair na capa da publicação.
Crédito:Reprodução/Press Kit Diretor de redação da revista acredita que jogador desistiu da ação
De acordo com Pure People, o diretor de redação da revista, Sérgio Xavier, relatou que em uma conversa informal com a NR Sports, que cuida da imagem do jogador, já havia acordado que a ação não teria continuidade. Crédito:Reprodução Chamada na capa levou o atleta a processar a revista
"Conseguimos suspender a liminar das vendas, a revista já não está mais nas bancas. Eles anunciaram que iriam recorrer da decisão, que entrariam com uma outra ação, mas até agora não recebemos notificação nenhuma. Acho que Neymar desencanou mesmo", disse.
A modelo acredita que o atacante desanimou depois de perder a primeira instância do processo. "A revista já tinha 25 dias na banca quando a liminar chegou e, inclusive, a outra capa já estava entrando nas bancas", afirmou.
Xavier avalia que a briga do jogador na Justiça apenas favoreceu as vendas da Playboy , uma vez que repercutiu a edição da revista. "Neymar mais nos ajudou do que atrapalhou. As vendas aumentaram quando os exemplares já estavam sendo retirados das bancas e a capa de Patrícia acabou se tornando uma das melhores do ano", acrescentou.
O caso
Na capa da publicação, a modelo é citada como "a morena que encantou Neymar", referindo-se ao affair que os dois tiveram. Na época, o jogador ainda namorava a atriz Bruna Marquezine. No último dia 25 de junho, a 3ª Vara Cível determinou a suspensão imediata das vendas da edição, sob pena diária de R$ 10 mil, mas a revista seguiu normalmente nas bancas.
A decisão foi publicada em no site do jogador que alegava que a revista "além de divulgar uma mentira sobre sua vida pessoal, utilizou indevidamente o seu nome, ou seja, sem a autorização da NR Sports, empresa dos pais do atleta e única detentora dos direitos de exploração da imagem, nome e seus atributos".
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Crédito:Reprodução/Press Kit Diretor de redação da revista acredita que jogador desistiu da ação
De acordo com Pure People, o diretor de redação da revista, Sérgio Xavier, relatou que em uma conversa informal com a NR Sports, que cuida da imagem do jogador, já havia acordado que a ação não teria continuidade. Crédito:Reprodução Chamada na capa levou o atleta a processar a revista
"Conseguimos suspender a liminar das vendas, a revista já não está mais nas bancas. Eles anunciaram que iriam recorrer da decisão, que entrariam com uma outra ação, mas até agora não recebemos notificação nenhuma. Acho que Neymar desencanou mesmo", disse.
A modelo acredita que o atacante desanimou depois de perder a primeira instância do processo. "A revista já tinha 25 dias na banca quando a liminar chegou e, inclusive, a outra capa já estava entrando nas bancas", afirmou.
Xavier avalia que a briga do jogador na Justiça apenas favoreceu as vendas da Playboy , uma vez que repercutiu a edição da revista. "Neymar mais nos ajudou do que atrapalhou. As vendas aumentaram quando os exemplares já estavam sendo retirados das bancas e a capa de Patrícia acabou se tornando uma das melhores do ano", acrescentou.
O caso
Na capa da publicação, a modelo é citada como "a morena que encantou Neymar", referindo-se ao affair que os dois tiveram. Na época, o jogador ainda namorava a atriz Bruna Marquezine. No último dia 25 de junho, a 3ª Vara Cível determinou a suspensão imediata das vendas da edição, sob pena diária de R$ 10 mil, mas a revista seguiu normalmente nas bancas.
A decisão foi publicada em no site do jogador que alegava que a revista "além de divulgar uma mentira sobre sua vida pessoal, utilizou indevidamente o seu nome, ou seja, sem a autorização da NR Sports, empresa dos pais do atleta e única detentora dos direitos de exploração da imagem, nome e seus atributos".
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