Quem acompanha o jornalista Reinaldo Azevedo em seu no site da Veja.com ou em sua na Folha de S.Paulo dificilmente imaginará essa cena: ele chega à sala do diretor de jornalismo da Jovem Pan, José Carlos Pereira, já fazendo piadas com os colegas de programa; cobrando um Whisky que ganhou em determinada aposta e até chega a cantarolar “Não aprendi dizer adeus”. Crédito:Jéssica Oliveira
Nesse clima, acontece o fechamento de uma das edições do programa “Os Pingo nos Is”, da Jovem Pan, que estreou no dia 28 de abril e vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 18 às 19 horas. O noticiário, comandado por Azevedo, Mona Dorf e Patrick Santos, já contou com entrevistas de Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Faltando apenas vinte minutos para entrar no ar, a equipe, também composta pelos produtores Clayton Ubinha e Bob Furuya, ainda fazia os ajustes finais. Mas, durante o dia, todos eles trocam e-mails com sugestões e ideias. “Só hoje ele me ligou 16 vezes”, diz o jornalista Ubinha sobre Reinaldo.
Com olhar de editor, Azevedo troca uma palavra por outra, pergunta sobre os destaques do dia e checa informações. A ideia é antecipar os jornais do dia seguinte e discutir tais temas com uma análise mais aprofundada. Até o momento, o programa alcançou 647 mil ouvintes.
Vindo de Reinaldo Azevedo, é de se esperar que fique algo bastante baseado na opinião – crítica, no caso. “O Reinaldo tem a cara política. Ele é comentarista político, então acaba tendo mais esse viés. Mas, como vocês viram, hoje falamos de Copa do Mundo, economia, internacional”, completou Patrick Santos, que está na Jovem Pan há 19 anos.
Novo perfil
O “Os Pingos nos Is” marcou a estreia de Reinaldo Azevedo como apresentador e âncora de rádio. De acordo com ele, não houve nenhuma preparação especial. Foram feitos dois pilotos, sendo que o jornalista não participou do segundo. Ele afirma que sua postura é exatamente a mesma que adota em suas outras plataformas.
“A ideia da atração era inventar um pouco. Algo que tenha o máximo de espontaneidade com o máximo de informação e de precisão. A forma de a gente tratar tem de lembrar muito uma conversa. Os meninos dizem que, para quem nunca fez, estou indo bem. Eu fui professor, isso ajuda. Quando estou falando no rádio, talvez imagino que esteja falando numa sala de aula. Mas não na linha do ‘mestre está falando’”, conta Azevedo.
Ainda no meio do programa, o roteiro já havia mudado umas quatro vezes. De tempos em tempos, os produtores, que ficam no estúdio da frente, vão até a sala com as novidades. Segundo eles, a ideia é sempre fazer para sobrar. Uma das pessoas mais requisitadas durante a atração é o Reginaldo, da sonoplastia.
Azevedo conta que, junto com a rotina diferente, surgiram novas preocupações. “Eu tenho algumas preocupações de pautas que não tinha antes. Um olhar mais atento a questões de cidade, por exemplo, que eu acho legal ter. O rádio é a verdadeira internet. O serviço realmente online com resposta mais imediata, porque mexe com coletividades”, conta.
Crédito:Gabriela Ferigato
O programa "Pingos nos Is" marcou a estreia de Azevedo como apresentador de rádio Durante o programa, um ouvinte mandou um tuíte para Azevedo dizendo estar surpreso com sua espontaneidade e todas as brincadeiras e piadas. Outra coisa que mudou com a estreia na rádio, portanto, foi a imagem que o público tinha sobre ele.
“Parte do juízo que se formou a meu respeito foi forjada pelos meus inimigos. Essa gente inventou a figura de um Reinaldo irascível. Eu realmente não dou bola para o que falam de mim, nem para o bem, nem para o mal. Tem uma frase do Santo Agostinho que eu gosto muito: ‘Eu prefiro a crítica que me corrige, ao elogio que me corrompe’. Não tenho nenhum problema com crítica. Não sou uma pessoa enfezada, infeliz ou deprimida, nada disso. O rádio consegue mostrar isso”, finaliza.
Faltando apenas vinte minutos para entrar no ar, a equipe, também composta pelos produtores Clayton Ubinha e Bob Furuya, ainda fazia os ajustes finais. Mas, durante o dia, todos eles trocam e-mails com sugestões e ideias. “Só hoje ele me ligou 16 vezes”, diz o jornalista Ubinha sobre Reinaldo.
Com olhar de editor, Azevedo troca uma palavra por outra, pergunta sobre os destaques do dia e checa informações. A ideia é antecipar os jornais do dia seguinte e discutir tais temas com uma análise mais aprofundada. Até o momento, o programa alcançou 647 mil ouvintes.
Vindo de Reinaldo Azevedo, é de se esperar que fique algo bastante baseado na opinião – crítica, no caso. “O Reinaldo tem a cara política. Ele é comentarista político, então acaba tendo mais esse viés. Mas, como vocês viram, hoje falamos de Copa do Mundo, economia, internacional”, completou Patrick Santos, que está na Jovem Pan há 19 anos.
Novo perfil
O “Os Pingos nos Is” marcou a estreia de Reinaldo Azevedo como apresentador e âncora de rádio. De acordo com ele, não houve nenhuma preparação especial. Foram feitos dois pilotos, sendo que o jornalista não participou do segundo. Ele afirma que sua postura é exatamente a mesma que adota em suas outras plataformas.
“A ideia da atração era inventar um pouco. Algo que tenha o máximo de espontaneidade com o máximo de informação e de precisão. A forma de a gente tratar tem de lembrar muito uma conversa. Os meninos dizem que, para quem nunca fez, estou indo bem. Eu fui professor, isso ajuda. Quando estou falando no rádio, talvez imagino que esteja falando numa sala de aula. Mas não na linha do ‘mestre está falando’”, conta Azevedo.
Ainda no meio do programa, o roteiro já havia mudado umas quatro vezes. De tempos em tempos, os produtores, que ficam no estúdio da frente, vão até a sala com as novidades. Segundo eles, a ideia é sempre fazer para sobrar. Uma das pessoas mais requisitadas durante a atração é o Reginaldo, da sonoplastia.
Azevedo conta que, junto com a rotina diferente, surgiram novas preocupações. “Eu tenho algumas preocupações de pautas que não tinha antes. Um olhar mais atento a questões de cidade, por exemplo, que eu acho legal ter. O rádio é a verdadeira internet. O serviço realmente online com resposta mais imediata, porque mexe com coletividades”, conta.
Crédito:Gabriela Ferigato
“Parte do juízo que se formou a meu respeito foi forjada pelos meus inimigos. Essa gente inventou a figura de um Reinaldo irascível. Eu realmente não dou bola para o que falam de mim, nem para o bem, nem para o mal. Tem uma frase do Santo Agostinho que eu gosto muito: ‘Eu prefiro a crítica que me corrige, ao elogio que me corrompe’. Não tenho nenhum problema com crítica. Não sou uma pessoa enfezada, infeliz ou deprimida, nada disso. O rádio consegue mostrar isso”, finaliza.


