MPF solicita informações sobre o assassinato do jornalista Rodrigo Neto
Órgão pediu informações generalizadas sobre o inquérito, mas não estabeleceu prazo para respostas.
Atualizado em 15/04/2014 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Ministério Público Federal (MPF) protocolou ofício na 10ª Promotoria de Justiça de Ipatinga, no Vale do Aço (MG), para solicitar informações sobre a investigação do caso do jornalista Rodrigo Neto, morto em março de 2013.
Crédito:Divulgação Ministério Público Federal deve investigar morte do jornalista (foto)
De acordo com o jornal O Tempo , dois acusados irão a júri popular, mas ainda não há data definida. A assessoria de imprensa do MPF esclareceu que foram requeridas informações generalizadas sobre o inquérito às autoridades competentes. O órgão, no entanto, não determinou um prazo para a entrega das respostas.
O Centro Nacional de Denúncia (CDN) foi quem pediu a intervenção do MPF no caso. Segundo o diretor geral da entidade, Cléber Garage, houve omissão do Estado na apuração do homicídio. "Nós recebemos algumas manifestações por e-mail e redes sociais e encaminhamos os pedidos ao Ministério Público".
Segundo a assessoria da Polícia Civil, a motivação do crime ainda é apurada. Alessandro Neves Augusto, o “Pitote”, e o policial civil Lúcio Lírio Leal, acusados de assassinar o jornalista, vão a júri popular. Lúcio está preso na Casa da Polícia Civil, na capital, e Augusto, na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.
Entenda o caso
Rodrigo Neto de Faria foi assassinado a tiros na madrugada do dia 8 de março de 2013, em Ipatinga (MG). Dois homens atiraram contra Neto e um amigo, que sobreviveu. O jornalista apurava uma série de extermínios envolvendo policiais. Pouco depois, o fotógrafo Walgney Assis de Carvalho, que trabalhava com Neto, também foi morto, pois alegava conhecer os assassinos do colega de redação.
Crédito:Divulgação Ministério Público Federal deve investigar morte do jornalista (foto)
De acordo com o jornal O Tempo , dois acusados irão a júri popular, mas ainda não há data definida. A assessoria de imprensa do MPF esclareceu que foram requeridas informações generalizadas sobre o inquérito às autoridades competentes. O órgão, no entanto, não determinou um prazo para a entrega das respostas.
O Centro Nacional de Denúncia (CDN) foi quem pediu a intervenção do MPF no caso. Segundo o diretor geral da entidade, Cléber Garage, houve omissão do Estado na apuração do homicídio. "Nós recebemos algumas manifestações por e-mail e redes sociais e encaminhamos os pedidos ao Ministério Público".
Segundo a assessoria da Polícia Civil, a motivação do crime ainda é apurada. Alessandro Neves Augusto, o “Pitote”, e o policial civil Lúcio Lírio Leal, acusados de assassinar o jornalista, vão a júri popular. Lúcio está preso na Casa da Polícia Civil, na capital, e Augusto, na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.
Entenda o caso
Rodrigo Neto de Faria foi assassinado a tiros na madrugada do dia 8 de março de 2013, em Ipatinga (MG). Dois homens atiraram contra Neto e um amigo, que sobreviveu. O jornalista apurava uma série de extermínios envolvendo policiais. Pouco depois, o fotógrafo Walgney Assis de Carvalho, que trabalhava com Neto, também foi morto, pois alegava conhecer os assassinos do colega de redação.





