Morte de jornalista da Reuters é investigada por junta médica no Paquistão

Há a suspeita de que a repórter foi estrangulada

Atualizado em 25/02/2015 às 13:02, por Redação Portal IMPRENSA.

As circunstâncias da morte da jornalista Maria Golovnina, chefe de redação da Reuters para o Afeganistão e Paquistão, passou a ser investigada pela junta médica local, que prepara um relatório do caso. .
Crédito:Reprodução/Reuters Médicos avaliam se a jornalista foi estrangulada
De acordo com o Daily Times , dois membros da junta médica investigam a hipótese após constatar que o corpo de Maria apresentava sinais de tortura. Uma coloração azul indicaria a suspeita de estrangulamento. A jornalista foi encontrada na redação em meio a uma grande quantidade de vômito.
Apesar da suspeita, um membro do grupo discorda que Maria tenha sido estrangulada. Para ele, a morte da repórter estaria ligada a um ataque cardíaco. "Ainda não temos certeza. Devemos esperar o relatório detalhado", ponderou outro médico.
Com mais de dez anos de trabalho na Reuters, Maria produzia reportagens em alguns dos lugares mais perigosos do mundo, como Uzbequistão e Tadjiquistão. Entre 2002 e 2005, atuou como enviada especial à Rússia, onde acompanhou os primeiros anos da presidência de Putin, o cerco a um teatro de Moscou e uma série de ataques com bomba de rebeldes chechenos na região.