Morre, aos 97 anos, o advogado e poeta cuiabano Manoel de Barros
Ele estava internado há duas semanas e passou por uma cirurgia no intestino
Atualizado em 13/11/2014 às 12:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu, nesta quinta-feira (13/11), aos 97 anos, o poeta Manoel Wenceslau Leite de Barros, no Proncor de Campo Grande (MS). .
Crédito:Divulgação Poeta ganhou 13 prêmios ao longo da carreira
De acordo com o G1, o hospital informou que o poeta sofreu falência de múltiplos órgãos e o falecimento ocorreu às 8h05 (de MS). No mês passado, ele também havia feito uma cirurgia por obstrução intestinal.
Ao longo de 74 anos de carreira, Manoel de Barros, que também era advogado e fazendeiro, teve 28 obras publicadas. Três delas foram traduzidas em Portugal, na França e Espanha. Barros recebeu 13 prêmios, entre eles o Jabuti de Literatura por duas vezes, em 1989 e 2002. Em 2000, foi premiado pela Academia Brasileira de Letras.
Ao jornal Campo Grande News , a família do poeta disse que, após a cirurgia intestinal, ele permaneceu na UTI já sem reconhecer os parentes. "Ele já não era mais capaz de ler e escrever e me disse que depois disso não valia mais a pena viver", relatou o irmão Abílio de Barros.
Crédito:Divulgação Poeta ganhou 13 prêmios ao longo da carreira
De acordo com o G1, o hospital informou que o poeta sofreu falência de múltiplos órgãos e o falecimento ocorreu às 8h05 (de MS). No mês passado, ele também havia feito uma cirurgia por obstrução intestinal.
Ao longo de 74 anos de carreira, Manoel de Barros, que também era advogado e fazendeiro, teve 28 obras publicadas. Três delas foram traduzidas em Portugal, na França e Espanha. Barros recebeu 13 prêmios, entre eles o Jabuti de Literatura por duas vezes, em 1989 e 2002. Em 2000, foi premiado pela Academia Brasileira de Letras.
Ao jornal Campo Grande News , a família do poeta disse que, após a cirurgia intestinal, ele permaneceu na UTI já sem reconhecer os parentes. "Ele já não era mais capaz de ler e escrever e me disse que depois disso não valia mais a pena viver", relatou o irmão Abílio de Barros.





