Morre aos 81 anos o jornalista Luiz Garcia, ex-editor de opinião de O Globo
Jornalista deixa dois filhos. Velório será amanhã na cidade do Rio de Janeiro
Atualizado em 04/04/2018 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu, ontem, dia 3, o jornalista Luiz Garcia, ex-editor de opinião de O Globo e criador do manual de redação do jornal. Garcia estava internado em uma clínica de reabilitação em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, e teve uma parada cardiorespiratória. O jornalista havia sido diagnosticado com mal de Alzheimer há quatro anos.
Crédito:Marcia Folleto/O Globo Com 60 anos dedicados ao jornalismo, Garcia começou sua carreira aos 17 anos, como repórter da Tribuna da Imprensa. Em 1961, assumiu a função de copidesque em O Globo. Na mesma década, ele ainda passou pelas redações de O Estado de S.Paulo e da revista Veja. Sua voltou para o jornal carioca foi em 1974, permanecendo até 2015.
Durante anos, compartilhou seus conhecimentos ao produzir a crítica diária do GLOBO. A análise era enviada aos jornalistas da redação, o que determinou o padrão de estilo dos textos. Todos os dias, enviava o “Algumas observações sobre o jornal de hoje”, cujo título foi encurtando com o tempo, até se resumir à palavra “Algumas”.
Suas análises começaram a ser publicadas na edição impressa em 1999 e permaneceram até 2006, quando a tarefa passou para o atual editor de Opinião, Aluizio Maranhão — até hoje, a crítica é publicada na edição diária do jornal.
Nos anos 1990, Garcia criou o “Manual de Redação e Estilo” do GLOBO, publicado pela primeira vez em 1992 e que até hoje é uma das principais referências de texto para jornalistas e estudantes universitários de todo o país. O jornalista também chegou a coordenar o programa de treinamento de estágio na redação do jornal.
Entre 2003 e 2015, ele assinou a coluna "Garcia", onde fazia reflexões sobre a natureza do jornalismo. Parte desse conteúdo foi reunida no livro “O mundo, esse lírio — Artigos sobre jornalismo e outras coisas”, publicado em 2000. A obra reúne textos que analisam o ofício de informar enquanto discutem temas contemporâneos.
Luiz Garcia deixa dois filhos. Ele será cremado amanhã, dia 5. O velório será das 9h às 13h na Capela 2 do cemitério Memorial do Carmo, na cidade do Rio de Janeiro.
Crédito:Marcia Folleto/O Globo Com 60 anos dedicados ao jornalismo, Garcia começou sua carreira aos 17 anos, como repórter da Tribuna da Imprensa. Em 1961, assumiu a função de copidesque em O Globo. Na mesma década, ele ainda passou pelas redações de O Estado de S.Paulo e da revista Veja. Sua voltou para o jornal carioca foi em 1974, permanecendo até 2015.
Durante anos, compartilhou seus conhecimentos ao produzir a crítica diária do GLOBO. A análise era enviada aos jornalistas da redação, o que determinou o padrão de estilo dos textos. Todos os dias, enviava o “Algumas observações sobre o jornal de hoje”, cujo título foi encurtando com o tempo, até se resumir à palavra “Algumas”.
Suas análises começaram a ser publicadas na edição impressa em 1999 e permaneceram até 2006, quando a tarefa passou para o atual editor de Opinião, Aluizio Maranhão — até hoje, a crítica é publicada na edição diária do jornal.
Nos anos 1990, Garcia criou o “Manual de Redação e Estilo” do GLOBO, publicado pela primeira vez em 1992 e que até hoje é uma das principais referências de texto para jornalistas e estudantes universitários de todo o país. O jornalista também chegou a coordenar o programa de treinamento de estágio na redação do jornal.
Entre 2003 e 2015, ele assinou a coluna "Garcia", onde fazia reflexões sobre a natureza do jornalismo. Parte desse conteúdo foi reunida no livro “O mundo, esse lírio — Artigos sobre jornalismo e outras coisas”, publicado em 2000. A obra reúne textos que analisam o ofício de informar enquanto discutem temas contemporâneos.
Luiz Garcia deixa dois filhos. Ele será cremado amanhã, dia 5. O velório será das 9h às 13h na Capela 2 do cemitério Memorial do Carmo, na cidade do Rio de Janeiro.






