Morre, aos 58 anos, David Carr, colunista de mídia e cultura do "New York Times"
Carr atualizava a coluna Media Equation com análises sobre as transformações nos meios de comunicação de massa
Atualizado em 13/02/2015 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Morreu, na última quinta-feira (12/2), o jornalista e colunista do The New York Times , David Carr, informou o jornal. Ele desmaiou no escritório e foi levado para o Hospital St. Luke's-Roosevelt, onde foi confirmado seu falecimento.
Crédito:Wikimedia Commons/ Ian Linkletter Jornalista foi encontrado desmaiado na redação
Carr tinha 58 anos e era considerado referência na cobertura de mídia e mercado editorial, com 25 anos de experiência na área. O NYT reportou que o jornalista foi encontrado pouco depois das 21h, horário local, desmaiado em sua sala.
Horas antes de morrer, ele havia mediado um painel sobre o filme "Citizenfour", que retrata o escândalo de espionagem envolvendo a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA). Participaram do debate o jornalista Glenn Greenwald, o analista Edward Snowden e a diretora da produção, Laura Poitras.
Antes de entrar para o NYT , o jornalista atuou em publicações como The Atlantic Monthly , New York magazine , Inside.com e Washington City Paper . Em 2002, entrou para o Times como repórter de negócios da revista especializada do jornal.
Em 2008, o jornalista lançou o livro "The Night of the Gun" ("A Noite da Arma"), sobre seu vício em drogas, passando pela fase de tratamento e recuperação. Carr também participou do documentário "Page One", de 2011, que conta a transformação do The New York Times durante a crise na imprensa americana.
O editor do jornal, Dean Baquet, afirmou, em , que Carr foi "o melhor repórter de mídia de sua geração". "Ele foi o nosso maior campeão. Sua família no Times, seus leitores ao redor do mundo e pessoas que amam o jornalismo sentirão falta de sua paixão sem fim pelo jornalismo e pela verdade", escreveu.
O colunista vivia em Nova Jersey com a mulher Jill Rooney e sua filha Maddie. Ele também tem outras duas filhas gêmeas, Erin e Meagan.
Crédito:Wikimedia Commons/ Ian Linkletter Jornalista foi encontrado desmaiado na redação
Carr tinha 58 anos e era considerado referência na cobertura de mídia e mercado editorial, com 25 anos de experiência na área. O NYT reportou que o jornalista foi encontrado pouco depois das 21h, horário local, desmaiado em sua sala.
Horas antes de morrer, ele havia mediado um painel sobre o filme "Citizenfour", que retrata o escândalo de espionagem envolvendo a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA). Participaram do debate o jornalista Glenn Greenwald, o analista Edward Snowden e a diretora da produção, Laura Poitras.
Antes de entrar para o NYT , o jornalista atuou em publicações como The Atlantic Monthly , New York magazine , Inside.com e Washington City Paper . Em 2002, entrou para o Times como repórter de negócios da revista especializada do jornal.
Em 2008, o jornalista lançou o livro "The Night of the Gun" ("A Noite da Arma"), sobre seu vício em drogas, passando pela fase de tratamento e recuperação. Carr também participou do documentário "Page One", de 2011, que conta a transformação do The New York Times durante a crise na imprensa americana.
O editor do jornal, Dean Baquet, afirmou, em , que Carr foi "o melhor repórter de mídia de sua geração". "Ele foi o nosso maior campeão. Sua família no Times, seus leitores ao redor do mundo e pessoas que amam o jornalismo sentirão falta de sua paixão sem fim pelo jornalismo e pela verdade", escreveu.
O colunista vivia em Nova Jersey com a mulher Jill Rooney e sua filha Maddie. Ele também tem outras duas filhas gêmeas, Erin e Meagan.





